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Economia e Emprego

Emprego industrial cai 0,1% em janeiro

por Portal Brasil publicado: 11/03/2011 15h12 última modificação: 28/07/2014 14h14

O emprego industrial repetiu, em janeiro, a ligeira variação negativa de 0,1% observada no mês anterior, após apontar variação positiva de 0,1% em outubro e novembro de 2010. Os dados foram divulgados nesta, sexta-feira (11), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação com janeiro de 2010, o emprego industrial permaneceu positivo pelo 12º mês seguido, com perfil generalizado de expansão, mas com redução no ritmo de crescimento, já que o resultado de janeiro de 2011 (2,7%) não só apontou redução no ritmo frente ao último trimestre do ano passado (3,6%), mas também foi o menos intenso desde março de 2010 (2,4%). A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos 12 meses, cresceu 3,7%, resultado mais elevado desde o início da série histórica.

No confronto entre janeiro de 2011 e janeiro de 2010, o contingente de trabalhadores avançou nas 14 áreas investigadas e em 12 dos 18 setores. Os destaques ficaram com São Paulo (2,0%), Minas Gerais (4,2%), região Norte e Centro-Oeste (4,4%) e região Nordeste (2,1%).

Em termos setoriais, na comparação com igual mês do ano anterior, houve expansão em 12 dos 18 ramos investigados. As pressões positivas mais importantes vieram das atividades de meios de transporte (8,2%) e de produtos de metal (8,9%), enquanto papel e gráfica (-8,1%) e vestuário (-2,8%) apontaram os principais impactos negativos.

 

Número de horas pagas

O número de horas pagas aos trabalhadores da indústria, em janeiro de 2011, teve variação negativa de 0,1% frente ao mês anterior, após assinalar avanços de 0,3% em novembro e dezembro de 2010.

Na comparação com janeiro de 2010, houve avanço de 2,8%, menor crescimento desde fevereiro de 2010 (1,7%). A taxa anualizada, ao passar de 4,1% em dezembro de 2010 para 4,3% em janeiro de 2011, manteve a trajetória ascendente iniciada em novembro de 2009, sendo a maior expansão desde o início da série histórica.

No indicador mensal, os maiores impactos positivos foram São Paulo (1,9%), Minas Gerais (5,0%), região Norte e Centro-Oeste (5,8%), Paraná (3,5%) e Santa Catarina (3,0%). No primeiro, 11 segmentos aumentaram o número de horas pagas, com destaque para meios de transporte (10,3%), têxtil (13,0%) e máquinas e equipamentos (6,2%).

 

Fonte:
IBGE

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