Você está aqui: Página Inicial > Economia e Emprego > 2011 > 05 > Alimentos, tarifas públicas e roupas pressionam inflação, aponta FGV

Economia e Emprego

Alimentos, tarifas públicas e roupas pressionam inflação, aponta FGV

por Portal Brasil publicado: 09/05/2011 14h21 última modificação: 28/07/2014 14h17

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), iniciou o mês de maio em alta de 1,05%. A taxa ficou 0,10 ponto percentual acima do resultado de abril (0,95%) e é a maior desde a primeira prévia de fevereiro deste ano, quando o índice chegou a 1,16%.

Quatro dos sete grupos pesquisados apresentaram aumentos acima dos verificados na pesquisa anterior, entre eles o de alimentação, cujo índice subiu de 1,04% para 1,26%, com destaque para as hortaliças e os legumes (de 4,20% para 5,77%). Em habitação, houve aumento de 0,63% ante 0,47%, puxado pela taxa de água e esgoto residencial (de 0,42% para 1,29%). Neste grupo, também houve pressão da conta de luz, que ficou 1,31% mais cara.

No grupo vestuário, o índice aumentou de 1,34% para 1,60%, com elevação média de 2,08% nos preços das roupas, ante 1,51%. Em educação, leitura e recreação, a taxa subiu de 0,32% para 0,35%, sob o impacto dos ingressos para teatros e outras apresentações artísticas, cujos valores ficaram em média 1,68% superiores aos registrados no encerramento de abril.

Os demais grupos tiveram elevações em índices menores do que na pesquisa passada, com destaque para transporte, considerado o vilão da pressão inflacionária, mas indicando tendência de queda no ritmo de alta. Neste grupo, o índice atingiu 1,94% ante 2,10%, com o impacto do preço do álcool, que teve reajuste de 5,63%, bem menor do que no último levantamento (10,47%). Em despesas diversas, a taxa passou de 0,81% para 0,76%, influenciada pela ração animal (de 0,81% para 0,29%).

Os itens que mais pressionaram o IPC-S foram a gasolina (de 5,98% para 6,01%); a batata-inglesa (de 30,68% para 32,03%); leite do tipo longa vida (de 3,82% para 4,53%); manga (de 23,31% para 25,16%) e tarifa de energia elétrica (de 1% para 1,31%).

 

Fonte:
Agência Brasil

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons CC BY ND 3.0 Brasil CC BY ND 3.0 Brasil

banner_servico.jpg

Últimos vídeos

Meirelles: restrição não afetará Saúde e Educação
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, explicou que o governo prosseguirá tendo limite mínimo de recursos para essas áreas
Meirelles: Três Poderes terão limite de gastos
De acordo com o ministro da Fazenda, Reforma Fiscal terá vigência de 20 anos, e pode mudar de critérios a partir do décimo ano
Henrique Meirelles explica Novo Regime Fiscal
Em entrevista nesta quarta-feira (15), ministro da Fazenda explica a nova Reforma Fiscal que será proposta ao Congresso
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, explicou que o governo prosseguirá tendo limite mínimo de recursos para essas áreas
Meirelles: restrição não afetará Saúde e Educação
De acordo com o ministro da Fazenda, Reforma Fiscal terá vigência de 20 anos, e pode mudar de critérios a partir do décimo ano
Meirelles: Três Poderes terão limite de gastos
Em entrevista nesta quarta-feira (15), ministro da Fazenda explica a nova Reforma Fiscal que será proposta ao Congresso
Henrique Meirelles explica Novo Regime Fiscal

Últimas imagens

A Petrobras manteve a colocação do ano passado no levantamento, que engloba empresas multinacionais
A Petrobras manteve a colocação do ano passado no levantamento, que engloba empresas multinacionais
Foto: Divulgação/Petrobras
De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a renegociação deve atenuar o impacto das adversidades climáticas na região do semiárido
De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a renegociação deve atenuar o impacto das adversidades climáticas na região do semiárido
Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
Antes de sacar o PIS, o trabalhador deverá verificar se o benefício não foi depositado diretamente na conta
Antes de sacar o PIS, o trabalhador deverá verificar se o benefício não foi depositado diretamente na conta
Foto: Edson Lopes Jr/Fotos Públicas

Governo digital