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Economia e Emprego

Inadimplência de empresas cai 7,9% em abril, aponta Serasa

por Portal Brasil publicado: 25/05/2011 15h13 última modificação: 28/07/2014 14h18

Os feriados e a economia aquecida puxaram a queda da inadimplência das empresas em abril, revela pesquisa da Serasa Experian divulgada nesta quarta-feira (25). No mês, a inadimplência nos negócios recuou 7,9% na comparação com março.

Para os economistas da Serasa Experian, a atividade econômica aquecida, baseada no consumo, manteve em abril a geração de receitas para as empresas. Os feriados prolongados de Tiradentes e da Páscoa também favoreceram as vendas e os setores ligados ao turismo. Além disso, o menor número de dias úteis em abril (19 contra 21 do mês anterior) também contribuiu para a queda mensal do indicador.

Em abril, na comparação com março, todos os portes de empresas apresentaram queda na inadimplência. A das micro e pequenas recuou 7,9%, a das médias 7,6%, e a das grandes 10%. Já na comparação com abril de 2010, todos os portes tiveram elevação: 8,4% nas micro e pequenas, 5,1% nas médias, e 1,9% nas grandes empresas.

Os economistas notam, ainda, que o aumento dos juros e o encarecimento do crédito para as empresas, decorrentes da política monetária para combate à inflação, estão sendo compensados, em parte, pelo maior volume de vendas.

Esse ambiente de custos financeiros mais elevados já produz uma inadimplência das empresas, no acumulado de 2011, superior aos níveis do mesmo período de 2010. No primeiro quadrimestre de 2011, em comparação com igual período de 2010, a inadimplência das empresas apresentou uma alta de 3%, a maior para esse acumulado desde 2009.

A inadimplência nas dívidas bancárias das empresas foi o único componente que cresceu - 7%, de abril para março, contribuindo com 1,8% na relação mensal. No quarto mês do ano, na comparação com o mês anterior, o registro de protestos caiu 12,9% e o de cheques sem fundos 13,6%, dando contribuições negativas de 5,1% e 4,7%, respectivamente.

De janeiro a abril de 2011, o valor médio das dívidas com bancos foi de R$ 5.073,92, o que representou 6% de elevação perante igual acumulado do ano anterior.

 

Fonte:
Agência Brasil

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