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Economia e Emprego

Índice de Preços ao Produtor de março fica em 0,39%

por Portal Brasil publicado: 04/05/2011 15h59 última modificação: 28/07/2014 14h17

O Índice de Preços ao Produtor (IPP) variou 0,39% em março deste ano em comparação com o mês anterior, resultado inferior ao alcançado em fevereiro (0,60%). Ao comparar o mês atual contra o mesmo mês do ano anterior (acumulado em 12 meses), os preços variaram 6,80% em março e 6,22% em fevereiro. A variação acumulada em 2011 até março foi de 1,40%.

O IPP mede a evolução dos preços de produtos “na porta de fábrica”, sem impostos e fretes, de 23 setores da indústria de transformação. A publicação completa da pesquisa pode ser acessada no site do IBGE.

Em março, 11 das 23 atividades pesquisadas apresentaram altas de preços, contra 14 do mês anterior. As quatro maiores variações de março em relação a fevereiro foram em impressão (5,35%), refino de petróleo e produtos de álcool (1,99%), calçados e produtos de couro (1,86%) e têxteis (1,41%). Os itens com maior influência, ou impacto, na variação de março contra fevereiro (0,39%) foram refino de petróleo e produtos de álcool (0,22 p.p.), outros produtos químicos (0,15 p.p.), alimentos (- 0,11 p.p.) e metalurgia (0,05 p.p.).

O indicador acumulado de 2011 atingiu 1,40% em março. Entre as atividades que tiveram as maiores variações percentuais na perspectiva do indicador acumulado, sobressaem têxteis (9,54%), outros produtos químicos (8,18%), borracha e plástico (4,19%) e calçados e produtos de couro (3,95%). Os setores com maior influência foram outros produtos químicos (0,84 p.p.), refino de petróleo e produtos de álcool (0,39 p.p.), têxteis (0,20 p.p.) e borracha e plástico (0,15 p.p.).

Na comparação com mesmo mês de 2010 (acumulado em 12 meses), os preços aumentaram 6,80% em março, variação maior que a observada em fevereiro (6,22%). As quatro maiores variações de preços ocorreram em têxteis (26,54%), alimentos (16,75%), outros produtos químicos (14,84%) e impressão (10,87%). As principais influências na comparação de março contra o mesmo mês do ano anterior foram devidas a alimentos (2,84 p.p.), outros produtos químicos (1,50 p.p.), refino de petróleo e produtos de álcool (0,91 p.p.) e têxteis (0,51 p.p.).

 

Fonte:
IBGE

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