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Economia e Emprego

Empresas não podem cobrar multa por cancelamento de viagem devido a cinzas de vulcão, diz Idec

por Portal Brasil publicado: 14/06/2011 16h49 última modificação: 28/07/2014 14h27

O advogado do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) Lucas Cabette disse que empresas aéreas e agências de viagens não podem cobrar taxas dos consumidores que resolvam cancelar suas viagens devido aos problemas surgidos nos últimos dias por causa das cinzas liberadas pelo vulcão chileno Puyehue. Desde a última semana, a nuvem de cinzas já provocou o fechamento de aeroportos na Argentina, Uruguai e Chile. No Brasil, foram afetados os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

“Por ser um fenômeno natural, da mesma forma que as empresas não são responsáveis, o consumidor também não é”, disse Cabette.

O advogado do Idec afirma que o consumidor não tem direito a indenizações, mas todo o dinheiro pago deve ser devolvido e, se ele preferir, pode transferir a viagem para outra data sem nenhuma multa. “A data a ser remarcada não é uma escolha somente do consumidor, a empresa aérea precisa ter a disponibilidade no dia escolhido”, disse.

Para as pessoas que estão com viagens marcadas para os próximos dias, as companhias aéreas têm o dever de prestar informações sobre como está a intensidade das cinzas e da previsão de retorno dos voos.

Ainda segundo o especialista, passageiros com viagens marcadas para os próximos meses também têm o direito de cancelar a viagem sem ter taxas cobradas. “Com intuito de preservar a vida e a saúde, muitas pessoas já estão cancelando voos que estavam marcados para o mês de julho, e isso não é errado, já que ninguém sabe ao certo quando tudo isso irá passar”, explica.


Fonte:
Agência Brasil

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