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Economia e Emprego

Índice Nacional da Construção Civil varia 1,50% em maio

por Portal Brasil publicado: 07/06/2011 15h05 última modificação: 28/07/2014 14h27

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em convênio com a Caixa, apresentou variação de 1,50% em maio, avançando 1,02 ponto percentual em relação a abril (0,48%) e inferior 0,11 ponto percentual em relação a maio de 2010 (1,61%). 

Considerando os meses de janeiro a maio de 2011, a alta está em 3,20%, enquanto em igual período de 2010 havia ficado em 3,64%. O resultado dos últimos doze meses situou-se em 6,88%, abaixo dos 7,00% registrados nos doze meses imediatamente anteriores. A publicação completa da pesquisa pode ser acessada na página do instituto

O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em abril fechou em R$ 779,18, sendo R$ 439,78 relativos aos materiais e R$ 339,40 à mão-de-obra, em maio passou para R$ 790,90, sendo R$ 440,07 relativos aos materiais e R$ 350,83 à mão-de-obra.

A parcela da mão-de-obra apresentou uma variação de 3,37%, ficando maior 2,57 pontos percentuais em relação ao mês anterior (0,80%). Já os materiais registraram uma diferença para baixo de 0,17 ponto percentual, indo de 0,24% em abril para 0,07% em maio. No ano, a mão-de-obra subiu 5,83%, enquanto os materiais registraram 1,19%. Os acumulados em doze meses foram: 10,02% (mão-de-obra) e 4,52%(materiais).


Região Centro-Oeste se destaca em maio

Pressionada pelos reajustes salariais do Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Goiás, a Região Centro-oeste, com alta de 3,20%, ficou com a maior taxa regional em maio. Também pressionadas por reajustes salariais, as demais regiões apresentaram os seguintes resultados: 1,72% (Sudeste), 1,46% (Sul), 1,03% (Nordeste) e 0,45% (Norte).

Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 833,83 (Sudeste); R$ 788,62 (Norte); R$ 784,55 (Centro-Oeste); R$ 768,38 (Sul) e R$ 750,63 (Nordeste).

Com relação aos acumulados, a região Centro-Oeste se destacou por apresentar a maior taxa no ano, 4,12% e a maior variação nos doze meses, 8,50%.

Em relação aos estados, o Mato Grosso do Sul foi o que registrou a maior taxa mensal: 5,17%, devido à pressão exercida pelo reajuste salarial decorrente de acordo coletivo.

Estes resultados são calculados mensalmente pelo IBGE através de convênio com a Caixa – Caixa Econômica Federal, a partir do Sinapi – Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil.


Fonte:
IBGE

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