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Economia e Emprego

Mantega descarta existência de “bolha” no setor habitacional e garante controle da inflação

por Portal Brasil publicado: 26/07/2011 19h23 última modificação: 28/07/2014 14h28

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta terça-feira (26) que o Brasil continuará crescendo em torno de 5% até 2015, apesar das crises vividas atualmente por países avançados, como Estados Unidos e da Europa.

“A estagnação dos avançados atrapalham os emergentes, mas não a ponto de impedir que eles continuem o crescimento”, enfatizou o ministro. Segundo ele, apesar da conjuntura atual, o crescimento continua sustentável no Brasil e a solidez nas contas públicas e o forte mercado interno dão condições para que a economia brasileira não seja afetada. 

Segundo Mantega, o crescimento de 4,5%, previsto para 2011, é “perfeitamente sustentável” e contraria analistas que afirmam que a economia brasileira está superaquecida.

O ministro da Fazenda também descartou a existência de uma bolha habitacional no País. Ele afirmou que a alta de preços no setor, após 20 anos de estagnação, é natural e reflete o estímulo dado pelo governo com a criação do programa Minha Casa Minha Vida.

Mantega destacou a ascensão dos investimentos no Brasil como fator importante para o crescimento de qualidade. “É muito importante que, mesmo que tenhamos reduzido um pouco o ímpeto do consumo, o investimento no País se mantenha forte”, observou. Mantega informou que, em 2011, os investimentos devem aumentar 10%, com volume estimado em R$ 700 bilhões, ou 19% do Produto Interno Bruto (PIB).

Ao falar da inflação, Mantega reiterou que o combate à alta de preços continua sendo prioridade para o governo. "O governo não economizou esforços para manter a inflação sob controle, tomamos várias medidas. E nós vamos mais uma vez cumprir os limites do regime de metas de inflação", completou o ministro.  

O ministro reforçou que governo continuará vigilante e salientou que o combate à inflação, embora “implacável’, não chegou ao ponto de derrubar a economia brasileira.


Fonte:
Ministério da Fazenda

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