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Economia e Emprego

Preços da Construção Civil recuam 0,90% em junho

por Portal Brasil publicado: 07/07/2011 12h25 última modificação: 28/07/2014 14h29

A inflação medida pelo Índice Nacional da Construção Civil ficou em 0,60% em junho, recuando 0,90 ponto percentual em relação a maio (1,50%) e inferior 0,06 ponto percentual em relação a junho de 2010 (0,66%). 

Considerando os meses de janeiro a junho de 2011, a alta está em 3,82%, enquanto em igual período de 2010 havia ficado em 4,33%. O resultado dos últimos doze meses ficou em 6,82%, abaixo dos 6,88% registrados nos doze meses imediatamente anteriores. O dado foi divulgado nesta quinta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em maio fechou R$ 790,90 — sendo R$ 440,07 relativos aos materiais e R$ 350,83 à mão-de-obra —, em junho subiu para R$ 795.64, sendo R$ 440,81 relativos aos materiais e R$ 354,83 à mão-de-obra.

A parcela da mão-de-obra apresentou uma variação de 1,14%, ficando 2,23 pontos percentuais menor em relação ao mês anterior (3,37%). Já os materiais registraram uma diferença de 0,10 ponto percentual, indo de 0,07% em maio para 0,17% em junho. No ano, a mão-de-obra subiu 7,04%, enquanto os materiais registraram 1,36%. Os acumulados em doze meses foram: 10,36% (mão-de-obra) e 4,15%(materiais).


Região Centro-Oeste se destaca em junho

Pressionada pelo reajuste salarial do Mato Grosso, a Região Centro-oeste, com alta de 1,73%, ficou com a maior variação regional em junho. As demais regiões apresentaram os seguintes resultados: 1,31% (Sul), 0,48% (Nordeste), 0,30% (Sudeste) e 0,19% (Norte).

Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 836,29 (Sudeste); R$ 798,12 (Centro-Oeste); R$ 790,10 (Norte); R$ 778,48 (Sul) e R$ 754,27 (Nordeste).

Com relação aos acumulados, a região Centro-Oeste se destacou por apresentar a maior taxa no ano, 5,92% e a maior variação nos doze meses, 9,79%.

Devido à pressão exercida pelo reajuste salarial decorrente de acordo coletivo, o Mato Grosso registrou a maior taxa mensal: 5,26%.


Fonte:
IBGE

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