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Economia e Emprego

Setor de serviços gerou receita de R$ 745,4 bilhões em 2009, diz IBGE

por Portal Brasil publicado: 26/08/2011 16h51 última modificação: 28/07/2014 14h30

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (26) a Pesquisa Anual de Serviços (PAS) relativa ao ano de 2009. Naquele ano, as 918,2 mil empresas de serviços não financeiros do Brasil geraram receita operacional líquida (diferença entre a receita bruta e o pagamento de impostos, abatimentos, descontos e vendas canceladas) de R$ 745,4 bilhões e valor adicionado (valor bruto da produção menos o consumo intermediário) de R$ 418,1 bilhões.

Em 2009, as empresas de serviços empregavam 9,7 milhões de pessoas e pagaram R$ 143,5 bilhões em salários, retiradas e outras remunerações. As empresas do setor com 20 ou mais pessoas ocupadas (estrato certo) somavam 50,6 mil, cerca de 5,5% do total, e representaram 78,7% da receita operacional líquida (R$ 586,3 bilhões), 75,2% do valor adicionado, 77,4% dos salários, retiradas e outras remunerações e 65,8% do pessoal ocupado.

Apesar dos “serviços prestados principalmente às famílias” terem o maior número de empresas dentro do âmbito da PAS (31,4%), os “serviços profissionais, administrativos e complementares” responderam pela maior parcela do pessoal ocupado (40,2%), da massa salarial (34,3%) e do valor adicionado no setor de serviços (31,9%).

Os “serviços de informação e comunicação”, que registraram a maior receita operacional líquida (R$ 214,4 bilhões), os “serviços dos transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio” (R$ 208,4 bilhões) e os “serviços profissionais, administrativos e complementares” (R$ 188,3 bilhões) foram responsáveis por, respectivamente, 28,8%, 28,0% e 25,3% da receita operacional líquida total. Esses três segmentos, em conjunto, representaram 82,1% do total da receita operacional líquida gerada pelo setor de serviços não financeiros, em 2009.

 

Regiões

Entre as grandes regiões, as empresas de serviços da região Sudeste se destacaram em todas as variáveis pesquisadas pela PAS em 2009. Elas foram responsáveis por 66,4% da receita bruta de prestação de serviços; 60,7% do total de pessoal ocupado; 67,2% da massa de salários e outras remunerações pagas e por 60,2% do número de empresas.

As empresas da região Sul responderam por 14,1% da receita bruta de prestação de serviços; 15,5% do total de pessoas ocupadas; 13,6% dos salários e outras remunerações pagas e por 21,6% do total de empresas. A região Nordeste apresentou participação um pouco menor: 9,8% da receita bruta; 13,8% do pessoal ocupado em 31.12; 10,2% dos salários pagos e 10,2% do número de empresas.

Com menor densidade populacional e empresarial, as regiões Centro-Oeste e Norte apresentaram, respectivamente, participação de 6,9% e 2,8% na receita bruta de prestação de serviços; 7,0% e 3,0% no total de pessoal ocupado; 6,6% e 2,4% da massa de salários pagos; e 6,5% e 1,5% no tocante ao número de empresas.

As estruturas das atividades de serviços nas grandes regiões brasileiras não apresentaram diferenças significativas entre si. Em relação à receita bruta de serviços, os “serviços de informação e comunicação” apareceram com maior participação na variável receita bruta de prestação de serviços, nas regiões Norte (32,7%); Sudeste (31,8%) e Centro Oeste (34,6%). Nas regiões Nordeste e Sul, nesta variável, destacaram-se os “transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio” com, respectivamente, 28,3% e 34,2%.

Nas variáveis “pessoal ocupado” e “massa de salários pagos”, a atividade dos “serviços profissionais, administrativos e complementares” se destacou em todas as grandes regiões.

A publicação completa da PAS 2009 está disponível no site do IBGE.

 

Fonte:
IBGE

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