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Economia e Emprego

Custo da construção civil aumenta 0,19% em setembro, segundo o IBGE

por Portal Brasil publicado: 07/10/2011 15h28 última modificação: 28/07/2014 16h13

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em convênio com a Caixa Econômica Federal, variou 0,19% em setembro, avançando 0,05 ponto percentual em relação a agosto (0,14%). Em relação a setembro de 2010 (0,35%), a diferença foi de 0,16 ponto percentual. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (7).

Considerando os meses de janeiro a setembro de 2011, a taxa de 4,74% está abaixo de igual período de 2010, quando havia ficado em 5,80%. O resultado dos últimos 12 meses situou-se em 6,26%, abaixo dos 6,43% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

O custo nacional da construção por metro quadrado passou de R$ 801,11 em agosto para R$ 802,66 em setembro, sendo R$ 443,73 relativos aos materiais e R$ 358,93 à mão-de-obra.

A parcela da mão-de-obra apresentou variação de 0,25%, subindo 0,29 ponto percentual em relação ao mês anterior (-0,04%). Já os materiais registraram uma diferença de 0,13 ponto percentual, desacelerando de 0,28% em agosto para 0,15% em setembro. No ano, a mão-de-obra subiu 8,28%, enquanto os materiais registraram 2,04%. Os acumulados em 12 meses foram: 9,94% (mão-de-obra) e 3,49% (materiais).

 

Centro-Oeste

A região Centro-Oeste, com alta de 0,32%, ficou com a maior variação regional. As demais regiões apresentaram resultados relativamente próximos: 0,19% (Sudeste); 0,18% (Norte); 0,18% (Sul); e 0,17% (Nordeste).

Os custos regionais por metro quadrado foram: R$ 841,11 (Sudeste); R$ 802,92 (Centro-Oeste); R$ 802,38 (Norte); R$ 799,67 (Sul); e R$ 757,43 (Nordeste).

Com relação aos acumulados, a região Centro-Oeste se destacou por apresentar a maior variação no ano, 6,55%, além da maior variação nos últimos 12 meses, 7,33%

 

Paraíba

Paraíba registrou a maior variação mensal, com 0,81%, influenciada, sobretudo, pelos materiais, cuja alta chegou a 1,35%.

A publicação completa da pesquisa pode ser acessada no site do IBGE.

 

 

Fonte:
IBGE

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