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Economia e Emprego

Países emergentes querem maior participação na direção do FMI, diz Dilma

por Portal Brasil publicado: 14/10/2011 18h21 última modificação: 28/07/2014 16h13

A presidenta da República, Dilma Rousseff, disse nesta sexta-feira (14) que os países emergentes exigirão uma participação maior na direção do Fundo Monetário Internacional (FMI) para aumentar a contribuição à instituição financeira.

"Isso tem levado a uma grande discussão entre os países emergentes e desenvolvidos. Os emergentes podem ser chamados a contribuir, ampliando o capital do fundo. Mas para fazer isso, exigem uma ampliação das cotas, portanto, uma participação na direção do fundo", disse a presidenta após anunciar, em Porto Alegre, recursos do governo federal para obras de mobilidade urbana.

A reforma das instituições internacionais, entre elas o FMI e o Banco Mundial, será tratada na reunião de cúpula do Ibas, grupo que congrega Brasil, Índia e África do Sul. A reunião ocorrerá na próxima semana em Pretória, capital administrativa sul-africana. Os três países são defensores das mudanças.

Dilma lembrou que a discussão sobre as reformas das instituições financeiras teve início em 2009 e que faz parte da agenda dos emergentes que consideram que a atual composição reflete uma realidade posterior à 2ª Guerra Mundial, já ultrapassada.

"Essa realidade desapareceu. O surgimento dos países emergentes implica que seja necessária uma modificação da governança do FMI. Como se tem de mudar a governança, haverá a necessidade de mudar a composição das cotas. Nós fizemos um aporte e já houve um aumento da participação do Brasil. O que está em discussão agora é qual a composição que vai viger nos próximos anos".

Dilma destacou solidez dos bancos brasileiros e a capacidade do País de fazer frente à crise financeira. "Nenhum banco nosso tem dívida soberana dentro deles, dentro da composição do passivo. Nós temos bancos extremamente fortes. Nossa situação financeira é completamente diferente da deles [europeus]".


Fonte:
Agência Brasil

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