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Economia e Emprego

Investimento no fundo do BNDES para micro e pequena empresa segue até novembro

por Portal Brasil publicado: 20/10/2011 20h37 última modificação: 28/07/2014 16h14

O Criatec, fundo para micro e pequenas empresas inovadoras desenvolvido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), termina o período de investimento em novembro. Até lá, todas as metas estabelecidas para os quatro primeiros anos terão sido alcançadas e, com isso, pelo menos 36 empresas nascentes de variados setores e regiões do País terão acessado o capital semente.

Em conformidade com o planejamento original, terá início a partir do próximo mês o ciclo de desinvestimento com duração prevista até novembro de 2017. Nessa fase, a preocupação dos gestores do Criatec se deslocará da prospecção de empresas para a aceleração dos negócios.

O patrimônio comprometido do fundo é de R$ 100 milhões, 80% subscritos pelo BNDES e 20% pelo Banco do Nordeste do Brasil (BNB), sendo que, por estratégia de construção do portfólio, parcela desses recursos (R$ 20 milhões) foi reservada para a efetivação de novos aportes em empresas já investidas. Assim, além do aporte inicial de até R$ 1,5 milhão, as companhias que estiverem com desempenho acima da média poderão receber, na fase de aceleração, novos investimentos até o teto de R$ 3,5 milhões.

Capital semente

O Criatec é uma iniciativa do BNDES envolvendo capital semente. A atuação do banco nesse nicho é fundamental, tendo em vista a preferência dos investidores privados por fundos de menor risco, como os de venture capital e private equity.

Diversos fatores explicam o êxito da iniciativa em sua primeira etapa. A bem desenhada estrutura de governança é um deles. A administração foi entregue a um gestor nacional, o consórcio Antera-Inseed, que, por contrato, selecionou gestores regionais nos estados de atuação do fundo: Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, Ceará e Pará.

Tais gestores foram selecionados nos próprios sistemas locais de inovação. A estratégia de construção do portfólio, por sua vez, seguiu diretrizes bastante claras no sentido de garantir a distribuição do investimento em termos regionais, setoriais e por estágio de crescimento das empresas.

Para atender a essa última exigência, as companhias foram classificadas em quatro categorias: prova de conceito (sem faturamento), decolagem (faturamento anual de até R$ 1,5 milhão), expansão (faturamento anual entre R$ 1,5 e R$ 4,5 milhões) e late seed (faturamento anual entre R$ 4,5 e 6 milhões).

Mais informações estão disponíveis no site do BNDES.
 

Fonte:
BNDES

 

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