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Economia e Emprego

FMI adota posição acertada com G20 e abre crédito para impedir avanço da crise

por Portal Brasil publicado: 22/11/2011 18h57 última modificação: 28/07/2014 16h15

O Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou nesta terça-feira (22) um novo tipo de linha de crédito para cobrir as necessidades imediatas de liquidez de países afetados pela crise econômica global. Em comunicado, a instituição informou que os financiamentos poderão ser usados pelos governos para cobrir rombos nas transações com o exterior.

O FMI informou ainda que as novas ferramentas de crédito foram acertadas na reunião dos chefes de Estado e de governo do G20 (grupo das 20 maiores economias do mundo), no início do mês em Cannes, França. Veja mais informações no link.

O encontro teve a participação da presidenta Dilma Rousseff, quando defendeu que os países desenvolvidos deviam evitar políticas recessivas como solução para suas dificuldades econômicas.

A chamada linha preventiva de liquidez (LPL) substitui uma linha de crédito criada em agosto do ano passado que só beneficiou a Macedônia. Os empréstimos anteriores só poderiam ser usados para reforçar as reservas internacionais, mas, de acordo com o FMI, as novas linhas de crédito poderão ser usadas de forma imediata.

Em princípio, a LPL poderá ser usada por apenas seis meses, mas a vigência das linhas de crédito podem aumentar para 12 ou 24 meses, dependendo de acordos entre os países e o FMI. A concessão do crédito, explicou o FMI, não será automática. Os países beneficiados terão de se comprometer com políticas de austeridade fiscal.

“As novas ferramentas nos permitirão responder mais rápida e efetivamente para o benefícios de todos os membros”, disse a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, em comunicado. A nota destacou que a instituição agiu com rapidez para “quebrar a cadeia de contágio” provocada por crises econômicas e financeiras.

O fundo também criou o instrumento rápido de financiamento (IRF), uma linha de crédito específica para atender a países atingidos por fenômenos externos que afetam a economia, como quebras de safra e desastres naturais.

 

Fonte:
Fundo Monetário Internacional
Agência Brasil

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