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Economia e Emprego

Emprego formal cresce no comércio e recua na indústria, segundo dados do Caged

por Portal Brasil publicado: 20/12/2011 13h39 última modificação: 28/07/2014 16h17

O Brasil continua a gerar empregos formais, apesar da crise, mas em um ritmo mais lento e em ritmos diferentes nos diversos setores – inclusive registrando queda em alguns deles em relação a 2010.  A economia brasileira gerou 2.320.753 postos de trabalho com registro em carteira entre os meses de janeiro a novembro deste ano. 

O resultado - que incorpora as informações declaradas fora do prazo (série ajustada) - foi o segundo melhor na série do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) para o período, sendo menor apenas do que em 2010, quando foram abertos 2.918.549 novos postos. 

Segundo o levantamento, divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego nesta terça-feira (20), somente em novembro deste ano, foram criados 42.735 empregos formais, alta de 0,11% em relação ao estoque de empregos celetistas do mês anterior.

Os setores do comércio e de serviços foram os que registraram aumento na criação de vagas em novembro deste ano, mas não conseguiram compensar a queda de 69% no ritmo de criação de empregos em relação ao mesmo mês do ano passado.

O comércio gerou 107.920 postos, alta de 1,3%, e o setor de serviços criou 53.999 postos, crescimento de 0,36%, de acordo com dados do Caged.

A industrial, agricultura e a construção civil, no entanto, apresentaram retração. Tiveram desempenho negativo os setores da indústria de transformação, com redução de 54.306 postos (-0,65%), a agricultura perdeu 42.297 postos (-2,55%) e a construção civil, 22.789 postos (-0,82%). O setor de serviços industriais de utilidade pública sofreu perda de 171 vagas (-0,04%).

Para o ministro do Trabalho, Paulo Roberto dos Santos Pinto, essas perdas foram provocadas por fatores climáticos e, principalmente, conjunturais. "Esse comportamento pode ser justificado, em parte, pela presença de fatores sazonais, como também, conjunturais, em razão da repercussão dos efeitos da crise internacional.”

A geração de 42.735 vagas de empregos formais em novembro de 2011 representa um valor 69% menor que o volume de empregos gerados em novembro de 2010, quando foram criados 138.247 empregos.

No acumulado de janeiro a novembro deste ano, o Caged mostrou a criação de 2,3 milhões de postos de trabalho. O desempenho é menor que o mesmo período de 2010, quando foram abertos 2,9 milhões de postos.

 

Fonte:
Agência Brasil
Ministério do Trabalho

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