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Economia e Emprego

Maioria dos brasileiros descarta hipótese de guerra no País nos próximos 20 anos, diz Ipea

por Portal Brasil publicado: 15/12/2011 21h01 última modificação: 28/07/2014 16h17

O levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que maior parte dos brasileiros não acredita na hipótese de que o País irá se envolver em guerra com outras nações nos próximos 20 anos. De acordo com o estudo, a ocorrência de conflitos armados é considerada pouco provável por 30,4% da população e impossível por 34,3%. Cerca de 34,7% dos entrevistados temem que o País se envolva em guerra em função de interesses sobre a Amazônia brasileira (50,2%) e sobre o pré-sal (45,5%). Os dados fazem parte do Sistema de Indicadores de Percepção Social (Sips) sobre Defesa Nacional, divulgado nesta quinta-feira (15).

Segundo o Ipea, há uma percepção de que os interesses estratégicos envolvendo a Amazônia e o pré-sal afetarão de forma significativa as relações do Brasil com outros países do mundo. Apesar de considerarem que os interesses acerca da Amazônia possam ser o estopim de conflitos militares, mais de 60% dos brasileiros são favoráveis ao trabalho de organizações não governamentais (ONGs) estrangeiras na região.

A pesquisa identifica ainda, dentre uma lista de países pré-selecionados, aqueles vistos como possíveis ameaças militares ao Brasil nos próximos 20 anos. Em primeiro lugar vem os Estados Unidos, com cerca de 37% de indicações dos entrevistados, seguido pela Argentina, com 15,6%, e pela Bolívia, com 12,2%.

Dentre os mesmos países pré-selecionados, procurou-se também determinar quais poderiam eventualmente desempenhar o papel de importantes aliados ou parceiros do Brasil. Novamente, os Estados Unidos despontaram com o maior número de citações: 32,4%. Na sequência aparecem a Argentina (31,4%), a China (16,7%), a Bolívia (15,1%), o Paraguai (15%) e os países da Europa (14,6%).

O estudo aponta ainda que o crime organizado é a ameaça que atualmente produz maior medo entre os brasileiros: 54,2% dos entrevistados afirmaram temer os efeitos da criminalidade sobre suas vidas. Além disso, desastres ambientais ou climáticos também foram apontados como possíveis ameaças por 38,6% dos entrevistados. O terrorismo e as epidemias foram indicados como eventos relevantes por cerca de 30% dos entrevistados.

 

Fonte:
Agência Brasil

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