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Empreendedorismo online

Comércio eletrônico e a gama de oportunidades em negócios digitais atraem empreendedores dispostos a ganhar dinheiro em um mercado cheio de inovações
por Portal Brasil publicado: 01/02/2012 16h13 última modificação: 28/07/2014 16h53
Exibir carrossel de imagens No Brasil, o comércio eletrônico cresceu cerca de 30% ao ano durante a última década

No Brasil, o comércio eletrônico cresceu cerca de 30% ao ano durante a última década

O comércio eletrônico no Brasil cresceu exponencialmente na última década. A evolução foi de cerca de 30% ao ano. A expectativa para o faturamento deste mercado para 2011 é de R$ 18,7 bilhões, o que representa um acréscimo em torno de 26% em relação a 2010, quando o setor faturou R$14,8 bilhões, segundo estudo realizado pela e-bit, com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net).  A cifra se deve ao aumento do número de e-consumidores e a maior confiabilidade que o meio internet adquire.

Ao mesmo tempo em que o comércio eletrônico chama atenção do consumidor, atrai empreendedores dispostos a investir nos negócios digitais. As oportunidades são muitas e vão desde as lojas virtuais às agências de marketing online e também no promissor mercado de aplicativos para smartphone e tablets. “O ecossistema digital ainda tem muito a amadurecer no país e oferece oportunidades para quem quer empreender”, aponta Rene de Paula, especialista do mercado web há mais 15 anos.

Mas a oportunidade do empreendedorismo online é tão atrativa quanto complexa e exige empreendedores bem preparados e dispostos a assumir riscos. Para quem quer montar uma loja virtual, por exemplo, é preciso ter um site funcional, encontrável em mecanismos de busca, com meios de pagamento confiáveis e logística de entrega eficiente. O empreendedor também deve saber usar ferramentas de marketing digital para divulgar seus produtos a ações estratégicas nas redes sociais. “Mais do que um espaço de venda, as redes sociais servem para criar relacionamento com o consumidor. As empresas não devem sair vendendo ostensivamente, pois correm o risco de perder clientes”, explica Sandra Turchi, especialista em e-commerce e diretora de marketing da Boa Vista Serviços.

Além de se preparar e capacitar como todos os empresários, os empreendedores digitais devem acompanhar as tendências que surgem nesta área, como mobilidade, nichos de consumo, social commerce (que une comércio eletrônico com redes sociais) e, principalmente, as exigências de um consumidor com poder de disseminar informação.

Para Rene de Paula, mais do que acompanhar inovações sem sentido prático, o empreendedor tem que estar atento às oportunidades que surgem com o advento da nova classe média e milhares de internautas ávidos por participarem deste mercado. “O segredo é fazer o arroz com feijão bem feito”, afirma. Para ele, de nada adianta fazer pirotecnias para uma minoria, se o básico não for atendido. “É preciso ter um site bacana, email-marketing bem direcionado, ações de SMS eficientes. Enfim, produtos acessíveis e com um enorme retorno em um mercado ainda inexplorado pela maioria que quer participar”, afirma.

Atualmente o varejo online representa 2% do mercado brasileiro (nos EUA este número é de 10%). Para Pedro Guasti, diretor geral da consultoria e-bit, o mercado brasileiro de e-commerce avançou e amadureceu muito, mas ainda precisa de escala. “Estamos numa fase de abrir novas frentes para os novos consumidores que entram no mundo digital”, afirma.

Fontes:

As novas oportunidades de negócios trazidas pela internet, de Dailton Felipini
Ciclo MPE.net
e-bit

 

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