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Economia e Emprego

Pesquisa Ipea mostra que trabalhador quer mais tempo livre para não pensar em trabalho

por Portal Brasil publicado: 21/03/2012 20h47 última modificação: 28/07/2014 17h01

Se a jornada de trabalho fosse reduzida, mais de 60% dos trabalhadores dedicariam o tempo livre a outras atividades. Essa é uma das constatações de um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) sobre o trabalho e o tempo livre, divulgado nesta quarta-feira (21).

Para 39,5% dos entrevistados, o tempo dedicado ao trabalho compromete a qualidade de vida. Para esse grupo, o trabalho provoca cansaço e estresse (13,8%), compromete as relações amorosas e a atenção à família (9,8%), prejudica estudo, lazer e práticas esportivas (7,2%) e afeta as relações de amizade (5,8%).

O Ipea entrevistou 3.796 pessoas que moram em áreas urbanas das cinco regiões do País, todas com mais de 18 anos de idade e que exerciam alguma atividade remunerada na semana de referência da pesquisa.

O estudo mostra que 63,8% dos trabalhadores usariam o tempo livre com a redução da jornada para atividades não ligadas ao trabalho, enquanto que 36,2% não sentiriam diferença porque cumprem jornada de trabalho superior as 44 horas semanais previstas na legislação. Entre os que usariam o tempo livre para outras atividades, 24,9% se dedicariam à família e às tarefas de casa, 12,3% dariam prioridade aos estudos, 12,3% usaria o tempo livre para descansar e 5,7% aproveitariam esse tempo para se divertir ou praticar esportes.

O estudo mostra ainda que 45,4% dos entrevistados têm dificuldade para se desligar totalmente do trabalho ao fim da jornada diária. Argumentam que precisam ficar de prontidão para fazer alguma atividade extraordinária (26%), planejar ou desenvolver alguma atividade de trabalho usando a internet ou o telefone celular (8%), ou que precisam aprender mais sobre o próprio trabalho (7,2%). Há ainda quem informa ter outros trabalhos remunerados (4,2%).

 

Fonte:
Agência Brasil

 

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