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Economia e Emprego

Produtora de energético da Áustria chama atenção do país para Zona Franca de Manaus

por Portal Brasil publicado: 28/03/2012 16h03 última modificação: 28/07/2014 17h02

A chegada da empresa produtora do energético Red Bull ao Polo Industrial de Manaus (PIM) será um grande cartão de visita do modelo Zona Franca para os investidores austríacos, na avaliação do embaixador da Áustria, Hans-Peter Glanzer, que esteve terça-feira (27) em reunião com o superintendente da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), Thomaz Nogueira, na sede da autarquia.

“Existem no Brasil mais de 200 empresas austríacas, mas elas precisam ampliar a visão sobre o País. Temos trabalhado nisso para mostrar que o Brasil não se limita a São Paulo e que o Nordeste e Manaus são muito interessantes”, disse Glanzer, em visita oficial a Manaus desde o último sábado (24).

Para o embaixador, a Red Bull, empresa da Áustria que mais faturou em 2011, ajudará a chamar a atenção de outras grandes empresas daquele país para Manaus.  “Certamente, pelo tamanho da Red Bull, outras empresas vão querer saber por que ela decidiu se instalar na Amazônia”, explicou.

Hans-Peter Glanzer também fez uma avaliação da economia europeia e destacou que, apesar da crise, a Áustria cresceu quase 3% no ano passado e manteve uma taxa de desemprego inferior a 4%, em parte, por possuir um parque industrial especializado, que produz máquinas e equipamentos utilizados por outras indústrias e que abastece países emergentes como China e Brasil.

As maiores dúvidas sobre o modelo Zona Franca de Manaus (ZFM) foram quanto à disponibilidade de terrenos, aos meios para o transporte das mercadorias aqui produzidas e aos incentivos fiscais. Nogueira apontou que a falta de terrenos na área do Distrito Industrial é um fato, mas adiantou que soluções já estão em estudo.

“Quanto aos incentivos, a Zona Franca de Manaus tem garantia constitucional, o que dá uma segurança jurídica às empresas interessadas em investir de que as isenções não serão retiradas até 2023, e em breve, até 2073”, disse o superintendente. Ele destacou que, apesar do nome, o modelo é o maior arrecadador de impostos federais da região Norte e que os incentivos são apenas para compensar questões logísticas.

Fonte:
Suframa

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