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Economia e Emprego

Contribuição financeira do Brasil para elevar a blindagem do FMI ainda não foi divulgada

por Portal Brasil publicado: 23/04/2012 14h39 última modificação: 28/07/2014 16h46

O Brasil ainda não anunciou qual será a contribuição financeira do País para elevar a blindagem do Fundo Monetário Internacional (FMI) – condicionada a reformas para dar mais voz aos emergentes no órgão.

Com isto, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, comentou neste sábado (21) que o compromisso com reformas anunciados pelo fundo está "do jeito que nós queremos". "[A reforma] Está do jeito que nós queremos. Não falta nada", relatou antes de reuniões da instituição, em Washington, referindo-se à declaração final do FMI que contém uma clara mensagem de comprometimento com as mudanças reivindicadas pelos emergentes.

O FMI anunciou que levantou mais de US$ 430 bilhões com seus membros – US$ 362 bilhões principalmente do Japão e dos países europeus. Mas os países do Bric – grupo formado pelo Brasil, a Rússia, a Índia e a China –, que estão se articulando para condicionar o aporte às reformas, não divulgaram valores exatos. A contribuição do grupo está dentro de uma cifra geral de cerca de US$ 72 bilhões, que deverá incluir também a participação de alguns países asiáticos.

Mantega disse que os US$ 430 bilhões são "um valor global com o qual todos concordamos – o Brics também". Mas ele ironizou o cálculo do FMI de que vai receber US$ 72 bilhões dos países que ainda não anunciaram seu valor. "Isso é muito curioso. Deve ser matemática transcendental. Vai ver que tem uma bola de cristal em que eles adivinham", disse Mantega. A cifra exata do Brics, incluindo a do Brasil, só será anunciada dentro de dois meses, antes da reunião do G20 (o grupo das principais economias emergentes e avançadas), no México, em junho.

 

Fonte:
Agência Brasil

 

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