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Economia e Emprego

Investimentos na economia serão mantidos mesmo que o crescimento diminua, informa Tesouro

por Portal Brasil publicado: 16/05/2012 16h12 última modificação: 28/07/2014 16h45

O Secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, garantiu nesta quarta-feira (16) que o governo manterá o ritmo dos investimentos mesmo com a economia crescendo menos do que o previsto. Até recentemente, a projeção do governo era 4,5% de crescimento em 2012. De acordo com o secretário, o investimento vem crescendo mais do que as despesas de custeio e do que o Produto Interno Bruto (PIB) nominal, e essa é a tendência a ser mantida pelo governo.

“Os investimentos irão crescer ao longo do ano. Gostaríamos de ver um crescimento maior. Achamos que isso é importante para acelerar o reaquecimento da atividade econômica. Portanto, o nosso esforço e o nosso prognóstico é que o investimento cresça este ano mais que o PIB nominal e mais do que o custeio”, disse.

Augustin também descartou dificuldades do governo para cumprir a meta cheia de superavit primário caso a economia não cresça o esperado pelo governo. O valor estipulado pelo governo para 2012 é R$ 139,8 bilhões. De acordo com o secretário, o governo tem se antecipado para cumprir a meta desde o início do ano.

“Não vejo nenhuma razão para não mantermos total tranquilidade quanto ao cumprimento da meta de superavit primário em 2012 conforme anunciamos. O governo fez um forte contingenciamento no início do ano e está se refletindo em resultado primários expressivos”, disse.

No mês passado, o secretário garantiu que, embora o governo tenha cumprido antecipadamente a meta de superavit primário – economia de recursos para pagar os juros da dívida pública – prevista para o primeiro quadrimestre, não haveria o afrouxamento do contingenciamento de R$ 55 bilhões do Orçamento, anunciado no início do ano.

Augustin também descartou a possibilidade de mudança no percentual da meta de superavit primário com a possível queda na receita que o crescimento reduzido pode gerar. “O comportamento das receitas um pouco maior ou um pouco menor nós veremos ao longo do ano. Existem formas de ajustar.”

 

Fonte:
Agência Brasil

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