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Economia e Emprego

Pimentel afirma que economia deverá crescer mais no segundo semestre do ano

por Portal Brasil publicado: 11/05/2012 15h32 última modificação: 28/07/2014 16h45

Apesar da crise de liquidez que vem sendo enfrentada por diversos países da União Europeia e também pelos Estados Unidos, o Brasil vive um momento de pleno emprego, não enfrenta riscos de recessão e a economia deverá voltar a crescer mais acentuadamente neste segundo semestre de 2012.

A opinião é do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel. Para ele, o câmbio encontra-se em um patamar extremamente adequado para os exportadores, mas é preciso atenção para que ele não venha a exercer pressões sobre a inflação.

“É bom ressaltar, que quem cuida da questão câmbio e da possibilidade de pressões sobre os índices de inflação é o Ministério da Fazenda, que sempre estará atento para que não venha a impactar negativamente nos índices inflacionários. Mas eu acho que ainda não há riscos de que isto venha a ocorrer”.

As declarações de Pimentel foram dadas durante solenidade de inauguração da nova sede do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), que aconteceu no Rio de Janeiro, simultaneamente ao seminário O Inpi e o Desafio da Inovação.

Sobre o fraco desempenho da economia no primeiro semestre do ano, Pimentel comentou que é preciso levar em conta a conjuntura mundial ao avaliar os indicadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o comportamento da economia brasileira nos primeiros meses do ano.

“Eu acho que devemos considerar que o mundo está vivendo uma crise de grandes proporções e o Brasil, de alguma forma, também é afetado por isso. Mas nós estamos reagindo. Acho que o governo tomou as medidas adequadas ao crescimento, mas o problema é que, em geral essas medidas de política econômica demoram um certo tempo para causarem impacto sobre a produção - sobre a atividade industrial”, avaliou.

Pimentel disse, ainda, que o governo vem trabalhando para que o País tenha uma expansão que chegue aos 3,5% ou mais. O governo tomou medidas para facilitar o acesso ao crédito, reduziu as taxas de juros e estendeu os prazos dos financiamentos. São medidas que farão efeito sobre o mercado a partir do segundo trimestre”, disse.

 

Fonte:
Agência Brasil

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