Economia e Emprego
Vendas no varejo crescem 0,8% em abril, diz IBGE
Móveis e eletrodomésticos foram as atividades com maior impacto na formação do índice
Em abril de 2012, o comércio varejista cresceu 0,8% no volume de vendas e 0,6% na receita nominal, ambas com relação a março. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em abril deste ano, a receita nominal (sem ajustes) do varejo cresceu 7,5% em relação ao mesmo mês do ano passado, 12,2% no acumulado do quadrimestre e 11,4%, nos últimos 12 meses. A publicação completa da pode ser acessada aqui
Nesse quarto mês do ano, oito das dez atividades pesquisadas obtiveram variações positivas para o volume de vendas, com ajuste sazonal na comparação com março de 2012. As atividades que mais contribuíram para esse resultado foram: combustíveis e lubrificantes (2,5%); material de construção (1,8%); móveis e eletrodomésticos (1,5%); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (1,3%); tecidos, vestuário e calçados (1,1%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,9%); veículos e motos, partes e peças (0,2%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,1%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,8%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-2,9%).
Já na relação abril de 2012 contra abril de 2011 (série sem ajuste), para o varejo, seis das oito atividades apresentaram resultados positivos: 12,1% em móveis e eletrodomésticos; 3,6% para hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo; 33,2% em equipamentos e material para escritório, informática e comunicação; 6,4% para combustíveis e lubrificantes; 9,2% para artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos; 2,7% para outros artigos de uso pessoal e doméstico; -4,3% em livros, jornais, revistas e papelaria e -1,1% em tecidos, vestuário e calçados.
Móveis e eletrodomésticos, com variação de 12,1% no volume de vendas em relação a abril de 2011, foi o maior impacto na formação da taxa (35%). Este resultado reflete a política do governo de incentivo ao consumo por meio da redução de alíquotas de IPI para a chamada linha branca, além da manutenção do crédito, da estabilidade do emprego e do crescimento da renda. No acumulado do ano a taxa foi de 15,0% e, nos últimos 12 meses, de 15,8%.
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Fonte:
IBGE
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