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Economia e Emprego

PIB cresce 3,3% no segundo trimestre e alcança R$ 1,2 trilhão

Contas públicas

O destaque foi para agropecuária (crescimento de 3,9%), seguida por indústria (2,0%) e serviços (0,8%)
por Portal Brasil publicado: 30/08/2013 10h30 última modificação: 30/07/2014 00h26
Divulgação/Emater Uva está entre produtos com melhores resultados até dezembro (55,9%), seguida de feijão (41%), algodão (38,3%) e pimenta do reino (23,5%), entre outros

Uva está entre produtos com melhores resultados até dezembro (55,9%), seguida de feijão (41%), algodão (38,3%) e pimenta do reino (23,5%), entre outros

O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 3,3% no segundo trimestre de 2013 em comparação com o mesmo período em 2012, segundo informações divulgadas nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação ao primeiro trimestre de 2013, o aumento foi de 1,5%. Também alcançou R$ 1,2 trilhão no segundo trimestre. É o melhor resultado neste tipo de comparação desde primeiro trimestre de 2010, quando a alta foi 2%. 

No primeiro trimestre deste ano, o crescimento foi de 0,6% sobre o anterior. O destaque foi da agropecuária (13%), seguida por indústria (2,8%) e serviços (2,4%). A agropecuária apresentou o maior crescimento (3,9%), seguida por indústria (2%) e serviços (0,8%).

No acumulado dos quatro trimestres terminados no segundo trimestre de 2013 (12 meses), o crescimento foi de 1,9% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. No primeiro semestre o PIB apresentou uma expansão de 2,6% em relação a igual período de 2012. O PIB a preços de mercado apresentou crescimento de 1,5% na comparação do segundo trimestre de 2013 contra o primeiro trimestre do ano, na série com ajuste sazonal.

Construção civil é destaque entre subsetores

Todos os subsetores que formam a indústria apresentaram resultados positivos, com destaque para o desempenho da construção civil (3,8%). A indústria de transformação apresentou aumento do volume do valor adicionado de 1,7% em relação ao trimestre imediatamente anterior, seguida pela extrativa mineral (1,0%) e por eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (0,8%).

Dentre os serviços, destaque para o crescimento do comércio (1,7%). As demais atividades também registraram aumento do volume do valor adicionado em relação ao trimestre anterior: intermediação financeira e seguros (1,1%), transporte, armazenagem e correio (1,0%), serviços de informação (0,9%), outros serviços (0,7%) e atividades imobiliárias e aluguel (0,7%). Já a atividade administração, saúde e educação pública manteve-se praticamente estável em relação ao trimestre anterior: variação positiva de 0,1%.

Pela ótica do gasto, a despesa de consumo das famílias e a despesa de consumo da administração pública apresentaram crescimento em relação ao primeiro trimestre do ano (0,3% e 0,5%, respectivamente). Contudo, o destaque positivo na demanda interna ficou por conta da formação bruta de capital fixo (FBCF), com crescimento de 3,6%. No que se refere ao setor externo, as exportações de bens e serviços cresceram 6,9%, enquanto que as importações aumentaram em menor ritmo: 0,6%.

O PIB a preços de mercado acumulado nos quatro trimestres terminados no segundo trimestre de 2013 cresceu 1,9% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores, resultado da elevação de 1,7% do valor adicionado a preços básicos e do aumento de 2,6% nos impostos sobre produtos. Dentre as atividades econômicas, o crescimento foi de 7,4% para agropecuária, 1,9% para serviços e 0,1% para indústria.

Resultado supera 'prévia'

O resultado do PIB veio bastante acima do previsto por meio do indicador conhecido como "prévia do PIB", do Banco Central. A instituição havia divulgado, no último dia 15 de agosto, que a atividade econômica do País tinha subido 0,89% na comparação com os três meses anteriores. O resultado, porém, é do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), indicador que não é o oficial do PIB e foi criado para tentar ser um "antecedente" do resultado.

Na noite de quinta-feira (29), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que a nuvem cinza colocada sobre o País começa a se dissipar por conta da retomada do crescimento e da redução da inflação. “A redução da inflação, a retomada do crescimento, tudo isso começa a dissipar essa nuvem cinza que foi colocada sobre o nosso País. Temos de trabalhar para que a confiança aumente cada vez mais e seguir nessa trajetória rumo ao crescimento sustentável”, disse.

Fontes:

IBGE

Com informações do Blog do Planalto

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