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Economia e Emprego

Acordo garante emprego de 1,6 mil motoristas e cobradores em SP

Negociação

Funcionários das linhas de ônibus na zona leste da capital paulista haviam sidos demitidos
por Portal Brasil publicado: 24/10/2013 16h48 última modificação: 30/07/2014 00h34

Após dois dias de negociações e intensas mobilizações de motoristas e cobradores, a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo (SRTE/SP) fechou o acordo entre a São Paulo Transportes (SPTrans) e Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo. A ação garantiu a recontratação imediata dos 1.600 funcionários demitidos pela Itaquera Brasil, empresa que operava linhas de ônibus na zona leste da capital paulista que recentemente foi suspensa do sistema de transporte coletivo da prefeitura paulista.

O acordo fechado na quarta-feira (23) foi anunciado pelos sindicalistas e pelo superintendente Luiz Antonio Medeiros durante assembléia que reuniu mais de 300 trabalhadores e que chegou a fechar a rua em frente à Superintendência. “Garantir o emprego e os direitos de vocês é nossa prioridade. O Ministério do Trabalho tem um compromisso com os trabalhadores e nos empenhamos com o sindicato para que a melhor proposta fosse fechada”, afirmou Medeiros.

“Se não tivesse acordo a gente ia parar a categoria. Não podemos admitir que 1.600 famílias passem fome por culpa de uma má administração no sistema de transportes. Agradecemos muito o empenho de toda a equipe do Ministério do Trabalho nessa negociação”, afirmou José Valdevan de Jesus, o Noventa, presidente do Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo.

Os trabalhadores estavam parados desde o dia 12 de outubro, quando a SPTrans rompeu o contrato com a Itaquera Brasil após descumprimento das normas de operação das linhas. A empresa também descumpria as leis trabalhistas e os funcionários estavam sem salários há cerca de 3 meses, além de FGTS, INSS, vale-refeição e convênio médico em atraso. Além da contração dos empregados pelas novas empresas que passarão a operar as linhas, o acordo assegurou que os direitos trabalhistas sejam pagos através de um aporte de 6 milhões de reais divididos ao longo dos próximos seis meses.


Fonte:

Ministério do Trabalho e Emprego

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Assunto(s): Governo federal

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