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Economia e Emprego

Em outubro, IPCA-15 fica em 0,48%

índice

Acumulado do ano está em 4,46 %
por Portal Brasil publicado: 18/10/2013 11h55 última modificação: 30/07/2014 00h33

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) teve variação de 0,48% em outubro e ficou acima do IPCA-15 de setembro, cuja taxa havia sido de 0,27%. Com isso, o acumulado no ano está em 4,46 %, taxa próxima à de 4,49%, relativa a igual período de 2012. Considerando os últimos 12 meses, o índice está em 5,75%, abaixo dos 5,93% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em outubro de 2012 o IPCA-15 havia ficado em 0,65%.

As despesas com alimentação, que cresceram 0,70%, e com habitação, que aumentaram 0,67%, foram as principais responsáveis pela aceleração da taxa do IPCA-15 de setembro (0,27%) para outubro (0,48%). Juntos, os grupos Alimentação e Bebidas, cujo impacto foi 0,17 ponto percentual, e Habitação, com 0,10 ponto percentual, responderam por 56% do índice do mês. A tabela com os resultados dos grupos de produtos e serviços pesquisados encontra-se a seguir.

O grupo dos Alimentos (de 0,04% em setembro para 0,70% em outubro) chegou a apresentar alta de 1,22% na região metropolitana de São Paulo, ao passo que Brasília e Salvador mostraram quedas de 0,02% e 0,39%, respectivamente. O item carnes, com aumento de 2,36% nos preços, ficou à frente dos principais impactos no índice no mês, detendo 0,06 ponto percentual. Além das carnes, alimentos importantes no consumo das famílias passaram a custar mais, especialmente o frango (4,87%), as frutas (3,32%) e o pão francês (2,62%).

No grupo Habitação (de 0,53% em setembro para 0,67% em outubro), os destaques em alta ficaram com gás de botijão (2,36%), aluguel residencial (1,02%) e condomínio (0,90%), enquanto as contas de energia elétrica ficaram 0,14% mais baratas no mês.

Apesar da pressão exercida por alimentos e habitação, os grupos com resultados mais elevados foram Artigos de Residência (de 0,52% em setembro para 0,97% em outubro) e Vestuário (de 0,37% para 0,88%). Os eletrodomésticos, cujos preços subiram 1,54%, e os artigos de mobiliário, com alta de 1,11%, exerceram pressão sobre os Artigos de Residência. Em Vestuário os destaques ficaram com calçados (1,38%) e roupas femininas (1,26%).

Entre as Despesas Pessoais (de 0,16% em setembro para 0,46% em outubro), sobressaíram-se os aumentos de preços de serviços de manicure (1,06%), empregado doméstico (0,70%) e cabeleireiro (0,67%).

Já os grupos Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,56% em setembro para 0,35% em outubro) e Transportes (de 0,30% para 0,08%) mostraram expressivas reduções nas taxas de um mês para o outro, com destaque, nos Transportes, para as passagens aéreas, com queda de 1,99%, e para a gasolina, com -0,37%.

Dentre os índices regionais, o mais elevado ficou com o município de Goiânia (0,89%), onde a gasolina chegou a ficar 5,12% mais cara e o etanol passou a custar 7,60% a mais de setembro para outubro. Além disso, também em Goiânia, ocorreu pressão do item refeição fora de casa, cujos preços subiram 2,13%. Já o índice mais baixo no mês foi o de Salvador (-0,08%), tendo em vista a queda de 0,65% nos preços dos alimentos consumidos no domicílio. A seguir, a tabela com os resultados por região pesquisada.

Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados no período de 13 de setembro a 11 de outubro e comparados com aqueles vigentes de 14 de agosto a 12 de setembro. O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA; a diferença está no período de coleta dos preços.

Fonte:

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

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Assunto(s): Economia, Governo federal

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