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Receita dos serviços cresce 6,6% em agosto, informa IBGE

Pesquisa Mensal de Serviços

Receita bruta do setor acumula alta de 8,3% no ano e de 8,6% em 12 meses, segundo pesquisa do instituto
por Portal Brasil publicado: 17/10/2013 12h12 última modificação: 30/07/2014 00h33

O setor de serviços no Brasil teve um crescimento nominal de 6,6% em agosto de 2013, em relação a igual mês do ano passado, de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços, divulgada nesta quinta-feira (17), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  A receita bruta do setor acumula alta de 8,3% no ano e de 8,6% em 12 meses, informou o instituto.

Além disso, o IBGE revisou para cima o crescimento da receita bruta nominal do setor de serviços de julho de 2013 ante julho de 2012, passando de 9,0%, para 9,1%. A pesquisa foi inaugurada em agosto, com série histórica desde janeiro de 2012. 

Setores

No acumulado de 2013, o segmento Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio acumulou o maior crescimento (10,7%), com destaque para os Transportes aéreo e aquaviário, com crescimento de 17,0% e 16,6%, respectivamente. Os Serviços prestados às famílias registraram o segundo maior crescimento acumulado, com 10,0%, dentre os quais os Serviços de alojamento e alimentação cresceram 10,8%. Os Serviços profissionais, administrativos e complementares registraram crescimento acumulado de 8,1%, os Serviços de informação e comunicação, 6,6% e Outros serviços, 4,7%.

O segmento de Serviços prestados às famílias cresceu 11,3% em agosto sobre igual mês do ano anterior, inferior à taxa observada em julho (12,8%) e superior à de junho (9,0%). Nesse segmento, destacam-se os Serviços de alojamento e alimentação, com crescimento de 12,2%, e Outros serviços prestados às famílias, com aumento de 6,3%. Na composição da taxa, esse segmento representou 10,6% de contribuição relativa e 0,7 p.p. de contribuição absoluta.

Os Serviços de informação e comunicação registraram crescimento de 4,8%, inferior às taxas de julho (7,0%) e de junho (7,6%). Os Serviços de tecnologia da informação e comunicação-TIC, que abrangem os serviços de telecomunicações e de tecnologia da informação, registraram variação de 5,7%, e os Serviços audiovisuais, de edição e agências de notícias registraram decréscimo de 0,8%. O segmento de Serviços de informação e comunicação representou 24,2% em termos de contribuição relativa no mês, com 1,6 p.p. na composição do índice geral.

O crescimento dos Serviços profissionais, administrativos e complementares ficou em 6,6% em agosto, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, contra 8,6% em julho e 7,9% em junho. Os Serviços técnico-profissionais, que abrangem os serviços intensivos em conhecimento, cresceram 6,2%, e os Serviços administrativos e complementares, que abrangem os serviços intensivos em mão-de-obra, 6,8%. Com uma contribuição relativa de 21,2%, esse segmento representou, em termos absolutos, 1,4 p.p. para o índice geral.

Amapá foi  único com variação negativa

Os dados por Unidades da Federação revelam que apenas o Amapá registrou variação nominal negativa em agosto (-1,7%) em relação ao mesmo mês de 2012. As maiores taxas foram registradas em Mato Grosso (20,6%), Distrito Federal e Tocantins (ambas com 15,2%), Alagoas (14,7%) e Mato Grosso do Sul (13,9%). As menores taxas positivas foram observadas em Pernambuco (3,8%), Roraima (1,2%) e Acre (1,0%).

Nos Serviços prestados às famílias, as maiores taxas de crescimento foram observadas no Ceará (23,5%), Goiás (22,0%) e Paraná (19,9%). As menores taxas foram registradas em Pernambuco (6,9%), Rio Grande do Sul (5,0%) e Bahia (4,7%).

Nos Serviços de Informação e Comunicação, o Distrito Federal destaca-se com a maior taxa de crescimento (14,5%), seguido de Rio Grande do Sul (12,2%) e Ceará (11,5%). As menores taxas foram observadas em Pernambuco e Rio de Janeiro, com média de 4,5%, Paraná e Bahia (ambas com 2,7%) e São Paulo (2,4%).


Fonte:
Portal Brasil com informações do IBGE 

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