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Economia e Emprego

Empresários líderes participam do Simbracs 2013

Evento

Representantes de empresas de logística, comércio varejista, vestuário e economia criativa estiveram no encontro
por Portal Brasil publicado: 13/11/2013 18h59 última modificação: 30/07/2014 00h32

O Simpósio Brasileiro de Políticas Públicas para Comércio e Serviços (SIMBRACS) reuniu, na manhã desta quarta-feira (13), em Brasília, empreendedores de sucesso para debater a expansão do setor de serviços na economia.

Representantes de empresas de logística, comércio varejista, vestuário e economia criativa trataram capacitação profissional, evolução na logística e expansão internacional como os três pontos principais para o desenvolvimento do setor terciário brasileiro.

Os empresários formaram o painel Empresas Líderes – Estratégias de globalização do Setor Terciário e o advento dos megaeventos, mediado pelo secretário de Comércio e Serviços do Ministério do desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Humberto Luiz Ribeiro.

A importância de formar profissionais em condições adequadas para disponibilizar no mercado foi citada por todos os integrantes da mesa. “Nós temos mão de obra no Brasil, precisamos apenas treiná-la, educá-la e desenvolvê-la”, avaliou Fernando Simões, presidente da JSL Transportadora.

Simões ressaltou que a configuração econômica atual expande os postos de trabalho para o terceiro setor. “O emprego hoje não está apenas na indústria, mas também em todos os serviços agregados a ela”, disse.

Fatores como ajustes da legislação trabalhista e o avanço na média de idade da população foram considerados como essenciais no planejamento econômico dos próximos anos.

Para Guilherme Loureiro, presidente do Walmart Brasil, é necessária a criação de meios para que a força de trabalho com maior faixa etária seja aproveitada.

“São pessoas que querem fazer alguma coisa. A melhor forma de fazer isso é o trabalho temporário e nós não temos essa possibilidade”, disse Loureiro, referindo-se a dificuldades legais que tornam essa opção restritiva.

Integração 

O segmento de logística foi apontado por Fernando Simões como a ferramenta para melhorar a dinâmica produtiva e ajudar a solucionar gargalos da economia.

“A logística não deixa de ser um serviço que agrega a indústria como um todo”, disse Simões. Ele enfatizou que há bastante espaço para crescimento na área e seus aprimoramentos são estratégicos porque ajudam a desenvolver outros setores.

Segundo os participantes, o desenvolvimento da última década, que atraiu grandes eventos para o país, precisa tornar-se sustentável por meio da superação de gargalos da economia e da internacionalização dos serviços nacionais.

“Precisamos destravar muita coisa na nossa produção e internacionalizá-la, para puxar o povo de fora para cá”, disse o cartunista Maurício de Sousa, presidente do quarto maior estúdio de histórias em quadrinhos e desenhos animados do mundo. “Devemos estimular esse turismo de serviços, trazer o consumidor de fora para conhecer o país com sua família”.

Sousa lembrou que o tempo perdido com a burocracia poderia estar gerando dividendos. “Há muitos interessados em importar nosso trabalho e conhecer o Brasil, mas o custo ainda os afasta. O futuro está nas mãos daqueles que podem facilitar a vida do empreendedor e vejo há vontade política para resolver nossos problemas”.

O presidente das Lojas Renner, José Galló, concordou. “É um convite para trabalharmos juntos. Governo não é inimigo do empresário, que não é inimigo do consumidor. Juntos vamos conseguir fazer as coisas muito melhor”.

O secretário Humberto Ribeiro confirmou a relevância da colaboração entre os setores público e privado. “Precisamos apoiar tecnicamente essa articulação com capital humano de qualidade. A participação das empresas ainda é pequena nesse debate e essa é uma abertura para isso”, convidou.  “Queremos resolver e temos uma equipe competente para isso no MDIC e em nossos parceiros”.

Fonte:
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior

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