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Economia e Emprego

Inflação para população de baixa renda sobe menos em novembro

Economia

Segundo a FGV, aceleração medida pelo IPC-C1 recua de 0,73% em outubro para 0,65% em novembro. Maiores quedas foram no preço das carnes bovinas e do tomate
por Portal Brasil publicado: 11/12/2013 12h24 última modificação: 30/07/2014 00h41

A taxa do Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), usada para medir a inflação entre famílias com renda mensal entre 1 e 2,5 salários mínimos avançou 0,65% em novembro, após alta de 0,73% em outubro. Com isso, os preços para a população de baixa renda subiram menos em novembro, segundo pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV), publicada nesta quarta-feira (11).

O IPC-CI ficou novamente abaixo da inflação média apurada entre as famílias com renda mensal entre 1 e 33 salários mínimos (o Índice de Preços ao Consumidor - Brasil (IPC-Br), que registrou alta de 0,68% em novembro). Os dois índices são calculados FGV.

O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), que mede a variação de preços para famílias com renda de até 2,5 salários mínimos mensais, mostrou avanço de 0,65% no mês passado, após alta de 0,73% em outubro.

A taxa de inflação acumulada em 12 meses do IPC-C1 também ficou em 5,18%, contra 5,59% do IPC-Br em igual período.

A desaceleração do IPC-C1 foi puxada pelo grupo Alimentação, que recuou de 1,13% em outubro para 0,80% em novembro. Perderam força as altas das carnes bovinas (3,36% para -0,03%) e do tomate (21,32% para 12,83%).

Também foram destaques os itens: tarifa de ônibus urbano (0,49% para -0,06%), medicamentos em geral (0,24% para 0,06%) e show musical (0,86% para -1,12%), respectivamente.

O grupo de Transportes também colaborou para a desaceleração de outubro para novembro, de acordo com a FGV, com queda de 0,03% no mês passado, contra uma alta de 0,26% no anterior.

Entre os demais grupos, dois apresentaram altas menores: Saúde e cuidados pessoais (de 0,58% em outubro para 0,43% em novembro) e Educação, leitura e recreação (de 0,60% para 0,51%). Enquanto isso, os outros quatro grupos intensificaram o ritmo de avanço: Despesas diversas (0,26% para 1,26%), Habitação (0,69% para 0,77%), Vestuário (0,69% para 0,78%) e Comunicação (0,44% para 0,77%).

No ano, o indicador acumula alta de 4,39% e de 5,18% em 12 meses. O teto da meta oficial de inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA/IBGE), é de 6,5%.

Fonte:
Portal Brasil
 FGV

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