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Economia e Emprego

Economia brasileira cria mais de um milhão de empregos formais em 2013

ATIVIDADE ECONÔMICA

Saldo resulta de 22.092.164 admissões e 20.974.993 demissões. Manoel Dias diz que dado é positivo, pois milhões de trabalhadores estão sendo demitidos em outros países
por Portal Brasil publicado: 21/01/2014 17h58 última modificação: 30/07/2014 02h13

O saldo líquido de geração de empregos com carteira assinada no Brasil em 2013 foi de 1.117.171, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta terça-feira (21). O saldo do ano passado resulta de 22.092.164 admissões e 20.974.993 demissões.

O saldo de empregos em 2013 caiu 18,61% ante 2012, de acordo com a série ajustada, cujo resultado de 2012 é de 1.372.594. Pela série sem ajuste, em que 2012 teve saldo de 868.241, a alta em 2013 foi de 28,67%. O resultado é 14,1% inferior ao de 2012.

Durante a divulgação da pesquisa, o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, destacou como positiva a geração de mais de um milhão de empregos formais na economia brasileira em um período em que, ao mesmo tempo, milhões de trabalhadores estão sendo demitidos em outros países, devido à crise financeira internacional.

Relatório divulgado nesta segunda-feira (20), pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), revela que, em 2013, o número de desempregados no mundo aumentou 5 milhões. Com isso, o número de pessoas sem emprego é cerca de 202 milhões, o que representa uma taxa de desemprego mundial de 6%.

Segundo o relatório Tendências Mundiais de Emprego 2014, a fraca recuperação da economia mundial não foi capaz de levar a uma melhora no mercado de trabalho. O relatório também mostrou um aumento da informalidade nos países pesquisados. Neste quesito, disse Manoel Dias, o Brasil é uma exceção e os outros países gostariam até de saber como estamos criando tantos empregos.

Já no Brasil, a expectativa do ministro do Trabalho é de aceleração na criação de empregos formais em 2014. Em sua visão, serão criados de 1,4 milhão a 1,5 milhão de vagas com carteira assinada neste ano.

Manoel Dias acrescentou que, apesar da desaceleração na geração de vagas com carteira assinada em 2013, o mercado formal vem apresentado maior dinamismo, por cinco meses consecutivos, frente ao mesmo mês do ano anterior. O que é um indicativo de que o País vai continuar crescendo neste ano, disse.

Setores

O setor de serviços liderou a criação de empregos com carteira assinada em 2013, com um total de 546.917 postos abertos. Na indústria de transformação, houve alta: 126.359 trabalhadores foram contratados com carteira assinada em 2013 contra 86.406 no ano anterior.

A construção civil contratou 107.024 trabalhadores com carteira assinada em 2013 contra 149.290 em 2012. O setor agrícola gerou 1.872 empregos no último ano; em 2012 foram 4.976. O comércio abriu 301.095 vagas formais em 2013 contra 372.368 no ano anterior.

Regiões

O Sudeste liderou a criação de vagas, com 476.495 postos formais abertos no ano passado, número menor que as 655.282 vagas abertas em 2012. Em segundo lugar, aparece a região Sul, com 257.275 vagas criadas, mais do que as 234.355 no ano anterior.

A região Centro-Oeste criou 127.767 postos de trabalho em 2013, contra 150.539 em 2012. A região Nordeste criou 193.316 vagas formais em 2013, contra 190.367 no ano anterior. E o Norte gerou 62.318 empregos com carteira assinada em 2013, nível abaixo dos 71.299 empregos em 2012.

Fonte: Portal Brasil com informações do Ministério do Trabalho

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