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Economia e Emprego

Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular cresce 10%

Certificação

Ao todo, 495 modelos/versões poderão exibir a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE) afixada em seus vidros
por Portal Brasil publicado: 21/01/2014 13h41 última modificação: 30/07/2014 02h13

Trinta e seis fabricantes participam da 6ª edição do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) 2014, coordenado pelo Inmetro e de adesão voluntária. Ao total, são 495 modelos/versões que poderão exibir a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia, a ENCE, afixada em seus vidros, 10% a mais do último ciclo.

A ENCE classifica os modelos quanto à eficiência energética na sua categoria e traz outras informações, como a autonomia em km por litro de combustível na cidade e na estrada, e a emissão de gás efeito estufa (CO2). 

“Mais modelos aderiram ao Programa, e muitos deles com tecnologias novas embarcadas, como injeção direta e até o start stop, sistema que desliga o motor de forma instantânea quando o carro encontra-se sem movimento. Houve uma melhora de 3% na média dos consumos dos veículos ‘A’ subcompactos em relação ao ciclo 2013. Hoje, 70% dos veículos declarados (ou participantes do PBEV) devem ter a etiqueta nos vidros. Até 2017, 100% dos veículos declarados terão a etiqueta em seus vidros”, explicou Alfredo Lobo, diretor de Avaliação da Conformidade. 

A exemplo do que já ocorre para refrigeradores, aparelhos de ar condicionado, fogões e fornos a gás, televisores, lâmpadas e outros produtos, os veículos recebem etiqueta com faixas coloridas de ‘A’ (mais eficiente) até ‘E’ (menos eficiente). Uma das novidades é que o consumidor também terá informações da emissão de gases poluentes desses veículos.

“Além das emissões de CO2 (gás de efeito estufa) de origem fóssil não renovável, estão disponíveis na tabela do PBEV os dados de emissão de gases poluentes (hidrocarbonetos, monóxido de carbono e óxido de nitrogênio) do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve) do Ibama, e as estrelas que classificam estas emissões, contemplando com até três (3) estrelas os modelos que emitem menos e uma (1) estrela para os que emitem mais. Agora, o consumidor poderá escolher o caro mais eficiente e o menos poluente ou mais limpo”, explica Lobo.

Os veículos serão avaliados em categorias:

  • Subcompactos;
  • Compactos;
  • Médios;
  • Grandes;
  • Extra grandes;
  • Carga derivado;
  • Comercial;
  • Utilitário esportivo compacto;
  • Utilitário esportivo grande;
  • Fora-de-estrada;
  • Minivan;
  • Esportivos.

Automóveis que forem mais eficientes e obtiverem as melhores classificações no PBEV, tanto na comparação relativa dentro de suas categorias quanto na comparação absoluta geral com todos os demais modelos participantes, serão contemplados adicionalmente com o Selo CONPET de Eficiência Energética concedido pela Petrobras.

A tabela do sexto ciclo do PBEV, contemplando todos os modelos e a suas respectivas classificações, já está disponível na página do Inmetro na internetacessando o link “Tabelas de Eficiência” e abrindo as tabelas referentes ao PBE Veicular.

A consulta também pode ser feita de forma interativa na página do CONPET, que este ano permite a exibição detalhada das informações para a etiqueta de cada modelo escolhido e o acesso à página eletrônica da marca.

Coordenado pelo Inmetro, em parceria com o programa CONPET e conduzido pela Petrobras, o PBE Veicular foi lançado em novembro de 2008, no Salão do Automóvel, em São Paulo, com cinco montadoras e 54 modelos de veículos.

Economia de combustível

Um carro subcompacto, que é um dos segmentos mais comercializados no Brasil, faz em média 13,5 km com um litro de gasolina, contra 10,3 km dos menos eficientes.

Num percurso diário de 40 km, em um ano, a economia pode ultrapassar R$ 956, ao optar pelo veículo classe A. Em cinco anos, o valor é superior a R$ 4,8 mil, o que representa até 20% do valor do próprio veículo.

Fonte:
Inmetro

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