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Economia e Emprego

Taxa de desemprego cai a 9,3% em dezembro nas seis regiões pesquisadas pelo Dieese

Mercado de Trabalho

Em novembro, taxa era de 9,5% e em igual período do ano anterior, nível médio de desemprego das regiões foi de 9,7%. Rendimento médio real cresceu 1,5% em 2013
publicado: 29/01/2014 12h18 última modificação: 30/07/2014 02h13

A taxa de desemprego no conjunto de seis regiões metropolitanas do País caiu para 9,3% em dezembro de 2013, ante 9,5% em novembro, segundo pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), divulgada nesta quarta-feira (29).

“Segundo suas componentes, a taxa de desemprego aberto variou de 7,4% para 7,3% e a de desemprego oculto de 2,1% para 2,0%. A taxa de participação manteve relativa estabilidade, ao passar de 60,0% para 59,9%”, informou o departamento.

O levantamento abrange as regiões metropolitanas de São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Recife e Fortaleza. Em igual período do ano anterior, o nível médio de desemprego dessas regiões foi de 9,7%. No acumulado do ano passado, a taxa de desemprego ficou praticamente estável no conjunto das seis regiões metropolitanas pesquisadas, ao atingir 10,3% ante 10,4%, em 2012.

A geração de 16 mil postos de trabalho, ao mesmo tempo em que ocorreu a saída de 18 mil pessoas da força de trabalho, no conjunto das regiões metropolitanas pesquisadas, resultou na redução do contingente de desempregados em 34 mil pessoas. O total de ocupados, nas seis regiões investigadas, foi estimado em 18.906 mil pessoas e a População Economicamente Ativa (PEA), em 20.853 mil.

Regiões

No desempenho por região, houve avanços em Recife (de 12% para 13%); Salvador (de 17,7% para 18,3% e Belo Horizonte (de 5,1% para 6,9%). Os recurso foram registrados em Fortaleza (de 8,9% para 8%); Porto Alegre (de 7% para 6,4%) e São Paulo (de 10,9% para 10,4%.

Os setores que mais geraram postos de trabalho foram o comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas, com a abertura de 88 mil vagas, alta de 2,5%; construção, com 17 mil ofertas e aumento de 1,2%. O setor de serviços se manteve estável, com 6 mil vagas. E a indústria de transformação cortou 33 mil vagas, uma queda de 1,1%.

Aumenta o total de ocupados

O total de ocupados no conjunto das regiões foi estimado em 18,6 milhões de pessoas em 2013, alta de 0,4% na comparação ao ano anterior. Na mesma base de comparação, a População Economicamente Ativa (PEA) também subiu 0,4%, para 20,754 milhões de pessoas.

O nível de ocupação em 2013 cresceu em Belo Horizonte(2,5%), Recife (0,9%), Fortaleza (0,7%), Salvador (0,5%) e Porto Alegre (0,4%) e ficou relativamente estável em São Paulo(-0,2%). O total de desempregados no conjunto das regiões caiu 0,1%, para 2,148 milhões em 2013, considerado pelo estudo como estável.

Em dezembro, o nível de ocupação elevou-se em Recife (1,0%), Fortaleza (0,7%) e Porto Alegre (0,5%), reduziu-se em Salvador (-0,7%) e Belo Horizonte (-0,4%) e manteve-se estável em São Paulo.

Cresce o rendimento médio

O rendimento médio real dos ocupados cresceu 1,5% nas seis regiões em 2013, passando para R$ 1.611,00. Para os assalariados, o reajuste foi de 1%, passando para R$ 1.637,00. Em novembro ante outubro, o rendimento médio real dos ocupados subiu 0,3%, para R$ 1,652 mil.

Na comparação com novembro de 2012 o rendimento médio real dos ocupados aumentou 1,2% e o dos assalariados subiu 0,4%. A massa de rendimentos dos ocupados aumentou 0,4% nas seis regiões em novembro, na comparação com outubro, e a massa dos assalariados avançou 1,2%. Em relação ao mesmo período de 2012, amassa de rendimento dos ocupados aumentou 2,2%, e a dos assalariados cresceu 3,1%.

Recuos

De acordo com a pesquisa, o rendimento médio real dos ocupados na Região Metropolitana de São Paulo recuou 0,5% em 2013, na comparação com 2012, passando para R$ 1,789 mil. A renda média real dos assalariados caiu 1,1%, para R$ 1,796 mil no ano.

Na comparação de novembro com outubro, houve redução de 0,3% nos rendimentos médios reais dos ocupados e alta de 0,1% no dos assalariados, para R$ 1,840 mil e R$ 1,800 mil, respectivamente.

Fonte:
Portal Brasil com informações do Dieese

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