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Economia e Emprego

Classe baixa terá redução de 59% em dez anos, mostra pesquisa da Serasa

REDUÇÃO DA POBREZA

Ao mesmo tempo, classe média passará de 108 milhões para 125 milhões de pessoas, crescimento de 16%. Classe alta terá um salto de 61%
publicado: 19/02/2014 13h46 última modificação: 30/07/2014 02h04

A próxima década será marcada pela ascensão para a classe alta e redução ainda maior da pobreza no Brasil. A classe baixa terá uma redução importante de 59%, passando de 49 milhões de pessoas em 2013 para 20 milhões em 2023. Os dados são do estudo "Faces da Classe Média", divulgado nesta semana pelo instituto Data Popular e pela Serasa Experian.

Segundo o estudo, ao mesmo tempo, a classe média passará de 108 milhões para 125 milhões de pessoas em uma década - crescimento de 16%. E a classe alta terá um salto de 61%, passando de 44 milhões para 71 milhões de brasileiros. A pesquisa considera parte da classe média as famílias que têm renda mensal, por pessoa, entre R$320 aR$ 1.120.

Transformação histórica

Segundo os analistas da Serasa, nos últimos anos, o Brasil tem passado por uma das mais profundas mudanças de sua história. A pirâmide de classes econômicas se transformou em losango com o crescimento da classe média. Hoje, a classe C, como também é conhecida, é composta por cerca de 108 milhões de pessoas que gastaram mais de R$ 1,17 trilhão em 2013 e que movimentaram 58% do crédito no Brasil. 

A classe média está mais concentrada na região Sudeste do Brasil, com 43%, seguida de Nordeste (26%), Sul (15%), Centro-Oeste (8%) e Norte (8%). “Para se ter uma ideia, se a classe C formasse um país, seria o 12º em população, com mais habitantes que a Alemanha, o Egito e a França, e a 18ª nação do mundo em consumo, podendo pertencer ao G20”, diz a Serasa. 

Em 2014, pretende consumir 8,5 milhões de viagens nacionais, 6,7 milhões de aparelhos de TV, 4,8 milhões de geladeiras e 4,5 milhões de tablets, como mostra a tabela abaixo. Mesmo assim, ainda é vista pela maioria das empresas como uma massa única e homogênea. 

Segundo Renato Meirelles, presidente do Instituto Data Popular “a classe média deixou de ser um segmento de mercado e, para a maioria das categorias, se tornou o principal público consumidor. Entender as várias faces deste público é fundamental para que empresas e o poder público desenvolvam estratégias mais eficientes de marketing e comunicação, afinal estamos falando de mais de 100 milhões de pessoas”. 

Fonte: Portal Brasil com informações da Serasa Experian

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