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Economia e Emprego

Governo vai esperar ate abril para calcular eventual aporte de recursos à conta do setor elétrico, garante Mantega

META FISCAL

Ele assegurou também que meta de superávit primário de 1,9% do PIB, fixada para este ano, será atingida, mesmo se forem feitos aportes à CDE
publicado: 21/02/2014 19h40 última modificação: 30/07/2014 02h04

O governo federal vai esperar até abril para fazer os cálculos sobre as necessidades de eventuais aportes adicionais à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), garantiu nesta sexta-feira (21), o ministro da Fazenda Guido Mantega.

Durante entrevista para analistas e jornalistas estrangeiros, ele afirmou que o cálculo será feito com base no nível dos reservatórios das hidrelétricas, no fim do período chuvoso. “Não vamos colocar a carroça na frente dos bois”, enfatizou.

Mantega assegurou, no entanto, que a meta de superávit primário de 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB), fixada para este ano, será atingida, mesmo se forem feitos aportes à CDE. Por enquanto, o governo trabalha com uma despesa de R$ 9 bilhões para o setor de energia, já prevista no orçamento de 2014. 

O ministro garantiu ainda que o governo está preparado para cobrir eventuais despesas adicionais com o setor elétrico em 2014, referentes a gastos extras com o acionamento das termelétricas, para garantir o abastecimento de energia elétrica do País. "Podemos fazer sacrifício suplementar e contar outras receitas que não foram previstas no Orçamento de 2014", disse.

Ele acredita que o cumprimento da meta fiscal para este ano esta garantida, já que a projeção de alta da arrecadação da cobrança de impostos é de aproximadamente 8%. Já a previsão de aumento das receitas totais, que incluem arrecadação com royalties de petróleo e concessões, alcança 10%.

Mas, ressalvou que essa previsão é nominal, ou seja, com a inflação, a estimativa não é tão alta. "Se compararmos com a trajetória de arrecadação, está em linha com o crescimento", afirmou. Mantega também lembrou que a concessão da banda larga de 4G trará receitas extraordinárias ao governo neste ano. 

Fonte: Portal Brasil com informações do Ministério da Fazenda

 

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