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Economia e Emprego

Indústria cresce em 2013 em 11 dos 14 locais pesquisados pelo IBGE

Produção

Taxa média nacional teve alta de 1,2% em relação a 2012, com destaque para Rio Grande do Sul (6,8%) e Paraná (5,6%)
por Portal Brasil publicado: 07/02/2014 16h36 última modificação: 30/07/2014 02h04

No indicador acumulado para o fechamento de 2013, o setor industrial nacional mostrou expansão de 1,2%, com predomínio de resultados positivos em termos regionais, já que 11 dos 14 locais pesquisados apontaram crescimento na produção. 

Com avanços acima da média nacional figuraram Rio Grande do Sul (6,8%), Paraná (5,6%), Goiás (5,0%), Bahia (3,8%), Ceará (3,3%) e Santa Catarina (1,5%). Adicionalmente, Região Nordeste (0,8%), Pernambuco (0,7%), São Paulo (0,7%), Amazonas (0,7%) e Rio de Janeiro (0,1%) completaram o conjunto de locais com taxas positivas nos 12 meses de 2013. 

Por outro lado, Espírito Santo (-6,7%), Pará (-4,9%) e Minas Gerais (-1,3%) assinalaram os resultados negativos no índice acumulado no ano.

Na passagem de novembro para dezembro, a diminuição no ritmo da produção industrial nacional também foi observada em termos regionais, já que 11 dos 14 locais pesquisados apresentaram taxas negativas, com destaque para as perdas assinaladas por Minas Gerais (-8,6%), Paraná (-7,3%) e Ceará (-6,2%).

São Paulo (-5,5%) e Espírito Santo (-3,6%) também mostraram recuos mais intensos que a média nacional (-3,5%), enquanto Rio Grande do Sul (-3,2%), Rio de Janeiro (-3,0%), Bahia (-0,6%), Amazonas (-0,6%), Santa Catarina (-0,1%) e Região Nordeste (-0,1%) completaram o conjunto de locais com taxas negativas nesse mês.

Por outro lado, Goiás (8,2%) e Pernambuco (3,3%) registraram os avanços mais intensos em dezembro de 2013, enquanto Pará (0,9%) mostrou expansão mais moderada.


A evolução do índice de média móvel trimestral para o total da indústria mostrou redução de 1,2% no trimestre encerrado em dezembro frente ao nível do mês anterior, após apontar variações positivas de 0,3% em outubro e de 0,1% em novembro.

Em termos regionais, ainda em relação ao movimento deste índice na margem, 10, dos 14 locais, registraram taxas negativas. Merecem destaque os recuos assinalados por Minas Gerais (-2,2%), Paraná (-2,1%), Ceará (-1,6%), Rio de Janeiro (-1,6%), São Paulo (-1,4%) e Rio Grande do Sul (-1,0%). Por outro lado, Pernambuco (3,6%), Goiás (1,4%) e Pará (1,2%) apontaram os principais ganhos nesse mês.

Ainda na série com ajuste sazonal, o desempenho negativo também foi verificado na comparação trimestre contra trimestre imediatamente anterior, em que o total da indústria, ao recuar 0,8% no quarto trimestre do ano, marcou o segundo trimestre seguido de taxa negativa, já que havia recuado 1,3% no período julho-setembro.

Em termos regionais, nove dos 14 locais pesquisados mostraram taxas negativas no último trimestre do ano, e também nove apontaram perda de dinamismo entre os dois últimos trimestres de 2013, com destaque para Paraná (que passou de 1,7% para -1,7%), Ceará (de 1,7% para -1,1%), Pará (de 5,9% para 3,2%), Santa Catarina (de 0,9% para -1,0%), Rio de Janeiro (de -0,2% para -2,2%) e Rio Grande do Sul (de 1,4% para -0,5%).

Por outro lado, Pernambuco (de -4,4% para 1,0%), São Paulo (de -2,6% para -0,2%) e Espírito Santo (de -0,6% para 1,1%) registraram os maiores ganhos entre os dois períodos.

Na comparação com igual mês do ano anterior, a redução observada na produção nacional alcançou, em dezembro de 2013, oito dos 14 locais pesquisados.

Nesse mês, as quedas mais elevadas foram registradas por Minas Gerais (-7,2%), São Paulo (-6,4%) e Rio de Janeiro (-6,1%), pressionadas em grande parte pelo comportamento negativo dos setores de veículos automotores (automóveis) e de indústrias extrativas (minérios de ferro), no primeiro local, farmacêutica (medicamentos) e veículos automotores (automóveis e caminhões), no segundo, e farmacêutica (medicamentos), edição, impressão e reprodução de gravações (cds e jornais) e indústrias extrativas (óleos brutos de petróleo), no último.

Em bases trimestrais, o setor industrial, ao mostrar variação negativa de 0,3% no quarto trimestre do ano, interrompeu dois trimestres seguidos de resultados positivos, já que havia avançado 4,2% no período abril-junho de 2013 e 0,9% no trimestre seguinte, todas as comparações contra iguais períodos do ano anterior.

Em termos regionais, sete, dos 14 locais, apontaram taxas negativas e 11 perderam dinamismo na passagem do período julho-setembro para outubro-dezembro, com destaque para Bahia (de 5,4% para -1,9%), Rio de Janeiro (de 1,2% para -3,7%), Goiás (de 9,3% para 5,2%), Amazonas (de 1,3% para -2,7%), Santa Catarina (de 4,2% para 0,9%) e Região Nordeste (de 0,9% para -1,2%).

Por outro lado, Pernambuco (de -1,6% para 3,0%) e Rio Grande do Sul (de 8,2% para 11,5%) assinalaram os principais ganhos de ritmo entre os dois períodos.

No indicador acumulado para o fechamento de 2013, o setor industrial nacional mostrou expansão de 1,2%, com predomínio de resultados positivos em termos regionais, já que 11, dos 14 locais pesquisados, apontaram crescimento na produção.

Com avanços acima da média nacional figuraram Rio Grande do Sul (6,8%), Paraná (5,6%), Goiás (5,0%), Bahia (3,8%), Ceará (3,3%) e Santa Catarina (1,5%). Adicionalmente, Região Nordeste (0,8%), Pernambuco (0,7%), São Paulo (0,7%), Amazonas (0,7%) e Rio de Janeiro (0,1%) completaram o conjunto de locais com taxas positivas nos 12 meses de 2013.

Nesses locais, o maior dinamismo foi particularmente influenciado por fatores relacionados ao aumento na fabricação de bens de capital e de bens de consumo duráveis, além da maior produção vinda dos setores de refino de petróleo e produção de álcool, produtos têxteis, calçados e artigos de couro e alimentos.

Por outro lado, Espírito Santo (-6,7%), Pará (-4,9%) e Minas Gerais (-1,3%) assinalaram as perdas mais acentuadas, refletindo especialmente a menor produção de metalurgia básica, alimentos e indústrias extrativas, no primeiro local, de metalurgia básica, indústrias extrativas e de celulose, papel e produtos de papel, no segundo, e de veículos automotores, indústrias extrativas e metalurgia básica, no último.

Fonte:
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística 

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