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Economia e Emprego

Troca de indexador de dívidas estaduais deve esperar melhora da turbulência internacional, diz Mantega

ESTABILIDADE DA ECONOMIA

Após reunião com lideranças no Senado, ministro da Fazenda defende austeridade fiscal no atual contexto de aversão a risco nos mercados
por Portal Brasil publicado: 05/02/2014 19h46 última modificação: 30/07/2014 02h03

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quarta-feira (5/2) não ser este o melhor momento para a votação do projeto de lei que altera o indexador de correção das dívidas de Estados e municípios.

“Nos encontramos hoje num momento de volatilidade internacional, de alguma turbulência que conturba os mercados do mundo todo, desde os países avançados até os emergentes, e essa conjuntura requer bastante prudência e bastante cuidado em relação aos atos praticado e as suas consequências”, afirmou Mantega.

Embora a proposta não represente despesa adicional no curto prazo, destacou o ministro, ela pode causar dúvidas quanto ao impacto futuro nas contas públicas. “É um ano de austeridade fiscal em que tanto a União, quanto Estados e municípios, têm que cumprir as suas metas primárias e manter a dívida pública em declínio”, completou.

A avaliação foi feita após reunião entre o ministro da Fazenda, a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvati, o presidente do Senado, Renan Calheiros, e diferentes líderes partidários no Congresso Nacional. O projeto, que tramita no poder Legislativo, altera os indexadores que corrigem os estoques das dívidas dos governos regionais com a União. Atualmente, os indexadores variam de IGP-DI + 6% até 9% de juros e, pelo projeto, passariam a ser ou a taxa básica de juros, selic, ou IPCA+4% de juros.

Durante a reunião, realizada na presidência do Senado Federal, o ministro argumentou aos senadores que neste momento os poderes Executivo e Legislativo estão empenhados em manter sólida a situação fiscal do país e lembrou que no ano passado foi feito um acordo de responsabilidade fiscal entre o governo federal e o Congresso Nacional de modo que não fossem aprovados projetos de lei que pudessem aumentar dívidas ou despesas do erário público. “Acredito que há uma convergência nesse sentido”, completou.

Fonte: Portal Brasil com informações do Ministério da Fazenda

 

 

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