Economia e Emprego
Economia deve crescer 1,69% neste ano
Crescimento da Economia
As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) ajustaram as projeções para o crescimento da economia em 2014 e no próximo ano. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, passou de 1,63% para 1,69% neste ano, e de 1,91% para 1,90%, em 2015. Também foi reduzida a projeção para a inflação oficial este ano. A estimativa ficou em 6,39% e continua, portanto, próxima do teto da meta (6,50%) estabelecida pelo governo.
Essas projeções fazem parte da pesquisa semanal do BC a instituições financeiras, sobre os principais indicadores econômicos, que são compiladas e divulgadas no boletim Focus.
A estimativa para a expansão da produção industrial foi ajustada de 11,21% para 11,24%, este ano, e de 2,65% para 2,37%, em 2015. A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) segue em US$ 3 bilhões, em 2014, e em US$ 10 bilhões, no próximo ano.
A estimativa para o saldo negativo em transações correntes (registros de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior) foi ajustada de US$ 78,6 bilhões para US$ 80 bilhões, este ano, e de US$ 75,6 bilhões para US$ 75 bilhões, em 2015.
A projeção para a cotação do dólar segue em R$ 2,45, no final de 2014, e foi alterada de R$ 2,51 para R$ 2,50, ao fim de 2015. De acordo com o boletim Focus, A expectativa das instituições financeiras para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) segue em US$ 60 bilhões neste ano, e em US$ 55 bilhões, em 2015.
As instituições financeiras analisaram a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB foi mantido em 34,80% neste ano, e ajustado de 35% para 35,05%, em 2015.
Análise do IBGE
De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados na última sexta-feira (9), em abril o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apresentou variação de 0,67%, 0,25 ponto percentual inferior à alta do mês de março (0,92%). O IPCA é utilizado pelo governo para balizar as metas de inflação fixadas pelo Banco Central.
Fonte:
Banco Central
Agência Brasil
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