Economia e Emprego
Sudeste foi a região que gerou mais empregos em abril
Mercado de trabalho
Entre as regiões brasileiras, o maior gerador de vagas foi o Sudeste, que gerou 75.283 postos, segundo dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quarta-feira (21), pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Apenas São Paulo foi responsável pela geração de 44.374 postos no mês.
Ainda no Sudeste, o desempenho é proveniente da expansão do emprego em todos os estados. Além de São Paulo houve aumentos de vagas em Minas Gerais (15.133 postos) e no Rio de Janeiro (10.944 postos).
O Sul gerou 27.723 postos (0,37%), saldo resultante do aumento do emprego também em todos os estados, destaque para Paraná (12.378 postos), Rio Grande do Sul (8.589 postos) e Santa Catarina (6.756 postos).
Já o Centro-Oeste teve a geração de 15.933 vagas de emprego (0,50%) com crescimento generalizado e destaque para Goiás (10.600 postos) e Distrito Federal (4.160 postos).
O Norte gerou 2.237 empregos (0,12%), com expansão em quatro das sete Unidades da Federação, com destaques para o Pará (3.023 postos).
O Nordeste, em razão da influência de fatores sazonais, teve queda de 15.792 postos (-0,24%). Dos nove estados, cinco apresentaram declínio. Os estados que obtiveram melhor desempenho na geração de emprego foram Ceará ( 4.463 postos) com o terceiro melhor resultado para o mês e Piauí (2.983 postos) com saldo recorde para o período.
Análise por setor
A expansão do emprego no mês de abril ocorreu em sete dos oito setores da economia. O setor que mais gerou empregos foi o de serviços, com 68.876 postos de trabalho formais.
Além do setor de serviços, o Comércio também cresceu o nível de emprego formal em abril, com geração de 16.569 postos (0,18%), seguido da Agricultura com 14.052 postos (0,90%), Construção Civil com 4.317 (0,14%), Administração Pública com +3.487 (0,38%), Serviços Industriais de Utilidade Pública que gerou 1.040 postos (0,26) e Extrativa Mineral que gerou 470 postos (0,20 %).
O saldo positivo do emprego no setor Serviços decorreu da expansão do emprego em cinco dos seis ramos que o compõem, sendo o Ensino com a geração de +12.917 postos o segundo melhor saldo para o mês e Serviços Médicos e Odontológicos com +11.273 postos o terceiro melhor.
A exceção foi o setor de Indústria de Transformação com o saldo negativo de 3.427 postos (- 0,04 %), devido ao desempenho negativo de seis ramos, sobressaindo a Indústria de Produtos Alimentícios (-6.712 postos) e a Indústria Mecânica (-4.583 postos).
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