Economia e Emprego
Petrobras reafirma crescimento da produção em 2014
Combustível
A Petrobras reafirma as previsões de produção divulgadas e esclarece que o aumento da produção previsto para este ano não apresenta correlação com o comportamento da produção em passado recente.
A produção de petróleo novo supera o declínio natural de campos mais antigos da Bacia de Campos. Cada novo poço adiciona um volume expressivo na produção, como ocorreu recentemente com a entrada em operação do poço 7-LL-22D-RJS no campo de Lula, pré-sal da Bacia de Santos, com capacidade para acrescentar 26 mil barris de petróleo por dia à produção nacional.
A Companhia ressalta, também, que os programas de melhoria da eficiência em curso para os campos maduros vêm oferecendo ótimos resultados, o que contrabalança o declínio natural dessas áreas produtoras. Só no primeiro quadrimestre deste ano, o Programa de Aumento da Eficiência Operacional da Bacia de Campos (Proef) contribuiu com 56 mil barris por dia de petróleo.
Campos em produção, em qualquer parte do mundo, recebem injeção de gás, água ou vapor, como exemplo de recursos, para pressurizar os reservatórios de óleo e elevar, desta forma, a sua produção.
Com o tempo, como é o caso dos campos maduros da Bacia de Campos, alguns com mais de 30 anos de produção, o fluido injetado começa a ser produzido com o petróleo.
Essa produção de água junto ao óleo é amplamente conhecida na indústria e nunca constituiu um fato novo ou objeto de alarme. Pelo contrário, graças a essas injeções eleva-se a vida útil dos campos produtores, o que permite a produção de maior quantidade de óleo que naturalmente ficaria retido nas rochas do reservatório.
Até o final do ano, dezenas de novos poços começarão a produzir, seja em plataformas instaladas recentemente ou em sistemas de produção que vão começar a operar neste ano.
O crescimento da produção não depende apenas da conclusão de plataformas, mas de interligações sequenciais de poços, conforme planejado e amplamente noticiado.
Portanto, esboçar qualquer cenário sobre a produção futura relacionado ao ritmo de produção passada é equivocado, pois não condiz com a atual fase de maturação dos nossos projetos.
É bom lembrar, por fim, que as atividades e ações da companhia são acompanhadas e avaliadas por muitas instituições financeiras. Das 15 principais instituições que avaliam a Petrobras, cinco recomendam compra de ações e dez recomendam que ações já obtidas sejam mantidas.
Fonte:
Agência Petrobras
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