Você está aqui: Página Inicial > Economia e Emprego > 2014 > 06 > Preços ao produtor brasileiro caem 0,24% em maio

Economia e Emprego

Preços ao produtor brasileiro caem 0,24% em maio

Índice

Queda na inflação reflete o recuo nos preços em 11 das 23 atividades pesquisadas
por Portal Brasil publicado: 27/06/2014 13h13 última modificação: 30/07/2014 01h57

O Índice de Preços ao Produtor (IPP), que mede o avanço dos preços de produtos de 23 setores da indústria de transformação “na porta de fábrica”, sem impostos e fretes, caiu 0,24% em maio, na comparação com abril, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (27), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Confira a publicação completa.

A queda na inflação de maio reflete o recuo nos preços em 11 das 23 atividades pesquisadas pelo IBGE, contra dez atividades com redução de preços em abril. Nos dois últimos meses, a queda acumulada é de 0,65 ponto percentual. Em abril, o indicador foi - 0,41%.

Com o resultado de maio, o IPP registra avanço de 1,09% no acumulado até maio, o que representa queda de 0,24 ponto percentual em relação ao acumulado até abril, que somou 1,33%.

As maiores quedas foram nos segmentos de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-2,53%), outros produtos químicos (-1,61%) e refino de petróleo e produtos de álcool (-1,45%). As maiores influências também foram em máquinas, aparelhos e materiais elétricos (0,07 ponto percentual), além de outros produtos químicos (-0,18 ponto) e refino de petróleo e produtos de álcool (- 0,17 ponto).

O refino de petróleo e produtos de álcool teve queda de -1,45% em maio, em relação a abril, a primeira desde novembro do ano passado.

A queda de -0,24% do IPP em maio, em comparação a abril, é superior à observada na comparação entre abril e março de 2014 (-0,41%). Na comparação com o mesmo mês de 2013 (acumulado em 12 meses), os preços aumentaram 6,59% em maio de 2014, contra 7,10% em abril.

Alimentos 

Em maio, os preços do setor caíram 0,07%, terceiro mês consecutivo de variações negativas. Com o resultado recente, a variação de preços acumulou até maio um resultado de -1,55%. Quando comparado a maio de 2013, os preços de 2014 estiveram 9,19% superiores. Nesta comparação, os resultados vêm caindo desde março de 2014 (11,55%).

Os destaques em termos de variação e de influência recaíram em sete produtos, ou seja, apenas um produto figurou nos dois casos ("açúcar refinado de cana"), e sua influência foi positiva. Os outros três produtos (todos com influência negativa) que mais influenciaram o resultado de maio foram: "resíduos da extração de soja", "açúcar cristal" e "sucos concentrados de laranja". Em conjunto, esses produtos responderam por - 0,13 p.p. da taxa de - 0,07%.

Refino de petróleo e produtos de álcool 

Essa atividade registrou recuo de -1,45% em maio de 2014 com relação a abril, primeiro resultado negativo desde novembro. O resultado vinha em patamares menos elevados depois da maior variação mensal registrada em janeiro. No ano, o setor acumula 3,94%, enquanto o indicador dos últimos 12 meses registra 9,22%.

Os três produtos com maior influência foram os mesmos nos três indicadores calculados para maio: “óleo diesel e outros óleos combustíveis”, “querosenes de aviação” e “naftas”. O quarto produto varia de “álcool etílico (anidro ou hidratado)”, para os indicadores mensal e do ano, para “gasolina automotiva”, no acumulado dos últimos 12 meses. 

Fonte:
Portal Brasil com informações do IBGE

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons CC BY ND 3.0 Brasil CC BY ND 3.0 Brasil

banner_servico.jpg

Últimos vídeos

Meirelles: restrição não afetará Saúde e Educação
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, explicou que o governo prosseguirá tendo limite mínimo de recursos para essas áreas
Meirelles: Três Poderes terão limite de gastos
De acordo com o ministro da Fazenda, Reforma Fiscal terá vigência de 20 anos, e pode mudar de critérios a partir do décimo ano
Henrique Meirelles explica Novo Regime Fiscal
Em entrevista nesta quarta-feira (15), ministro da Fazenda explica a nova Reforma Fiscal que será proposta ao Congresso
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, explicou que o governo prosseguirá tendo limite mínimo de recursos para essas áreas
Meirelles: restrição não afetará Saúde e Educação
De acordo com o ministro da Fazenda, Reforma Fiscal terá vigência de 20 anos, e pode mudar de critérios a partir do décimo ano
Meirelles: Três Poderes terão limite de gastos
Em entrevista nesta quarta-feira (15), ministro da Fazenda explica a nova Reforma Fiscal que será proposta ao Congresso
Henrique Meirelles explica Novo Regime Fiscal

Últimas imagens

A Petrobras manteve a colocação do ano passado no levantamento, que engloba empresas multinacionais
A Petrobras manteve a colocação do ano passado no levantamento, que engloba empresas multinacionais
Foto: Divulgação/Petrobras
De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a renegociação deve atenuar o impacto das adversidades climáticas na região do semiárido
De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a renegociação deve atenuar o impacto das adversidades climáticas na região do semiárido
Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
Antes de sacar o PIS, o trabalhador deverá verificar se o benefício não foi depositado diretamente na conta
Antes de sacar o PIS, o trabalhador deverá verificar se o benefício não foi depositado diretamente na conta
Foto: Edson Lopes Jr/Fotos Públicas

Governo digital