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Economia e Emprego

Gastos relativos a habitação sobem menos na primeira semana de julho

INFLAÇÃO

Essa é a quarta semana seguida que os preços do setor puxam para baixo a inflação medida pelo IPC-S, afirma Fundação Getúlio Vargas
por Portal Brasil publicado: 08/07/2014 13h27 última modificação: 08/07/2014 13h27

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) fechou a primeira semana de julho com avanço de 0,28%, informou nesta terça-feira (8) a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O resultado é 0,05 ponto percentual inferior à taxa de 0,33% da semana encerrada no último dia 30.

Essa é a quarta queda semanal seguida de queda do indicador e foi influenciada para baixo pelos gastos relativos à habitação, que subiram menos na primeira semana de julho. O IPC-S caiu de 0,33%, no fechamento de junho para 0,28% na primeira prévia deste mês de julho.

Nesta apuração, sete das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram decréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição para o recuo da taxa do índice partiu do grupo Habitação (0,52% para 0,42%). Nesta classe de despesa, vale destacar o comportamento do item condomínio residencial, cuja taxa passou de 0,99% para 0,14%.

Também apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Vestuário (que caiu de 0,75% para 0,37%); Transportes (de 0,11% para 0,04%);Educação, Leitura e Recreação (0,36% para 0,28%); Despesas Diversas (0,56% para 0,40%); Saúde e Cuidados Pessoais (0,60% para 0,57%); e Comunicação (0,24% para 0,21%).

Para cada uma destas classes de despesa, vale citar o comportamento dos itens: roupas (de 0,78% para 0,35%), serviço de reparo em automóvel (1,08% para 0,91%), excursão e tour (0,08% para -1,44%),jogo lotérico (2,90% para 0,79%), artigos de higiene e cuidado pessoal (1,26% para 0,97%) e pacotes de telefonia fixa e internet (0,18% para 0,01%), respectivamente.

Em contrapartida registrou acréscimo em sua taxa de variação o grupo Alimentação (0,08% para 0,13%). Nesta classe de despesa, o destaque partiu do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de -8,82% para -7,54%.

Veja os dados completos da pesquisa aqui.

Fonte: Portal Brasil com informações da FGV

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