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Economia e Emprego

Mercado prevê inflação oficial estável neste ano, aponta pesquisa Focus

Estimativas

Outros indicadores não oficiais indicam queda de preços. Analistas reduziram previsão do PIB de 1,10% para 1,07% neste ano e mantiveram taxa em 1,5% para 2015
por Portal Brasil publicado: 07/07/2014 12h10 última modificação: 07/07/2014 12h10

Os principais investidores e analistas do mercado brasileiro acreditam que a inflação se manterá estável neste ano, com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA/IBGE) seguindo em 6,46% em 2014 e em 6,10%, em 2015. O dado faz parte da pesquisa do boletim semanal Focus, divulgado nesta segunda-feira (7), pelo Banco Central. O IPCA mede a inflação oficial do Brasil.

Pela média, mostra a pesquisa, as expectativas do mercado para a inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) caiu de 5,45% para 5,33%, em 2014, e se manteve em 5,50%, em 2015. A previsão para o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) também caiu de 5,44% para 5,35% neste ano e de 5,50% para 5,57%, em 2015.

Já a estimativa da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), passou de 6,04% para 5,77%, em 2014, e de 5% para 4,79%, em 2015.

A previsão para a cotação do dólar segue em R$ 2,40, neste ano e em US$ 2,50 em 2015. As projeções das instituições financeiras para a taxa básica de juros, a Selic, também se mantiveram estáveis até o fim de 2014, com previsão de manutenção do atual patamar de 11% ao ano. Para o fim de 2015, a expectativa continua em 12% ao ano.

Crescimento

Os analistas reduziram novamente a perspectiva para crescimento da economia neste ano. Agora, a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no País, passou de 1,10% para 1,07%. Para 2015, a expectativa de crescimento se manteve em 1,5%, como na semana passada.

Para a produção industrial, a previsão de retração passou de 0,14% para 0,67%. Mas o mercado prevê uma recuperação da produção industrial no próximo ano, com crescimento de 2,10%, contra 2,20% previstos na semana passada.

Fonte:
Portal Brasil com informações do Banco Central

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