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Economia e Emprego

Dilma condena políticas recessivas e defende urgência na retomada do dinamismo da economia global

ASSEMBLEIA GERAL DA ONU

discurso na ONU, presidenta alerta também que não inclusão de países em desenvolvimento nas esferas de decisão ameaça legitimidade do FMI e Banco Mundial
por Portal Brasil publicado: 24/09/2014 14h08 última modificação: 24/09/2014 14h08

economia deve funcionar como instrumento de indução do investimento, do comércio internacional e da diminuição das desigualdades entre países e não em favor de redução do ritmo de crescimento global. Por isso, é indispensável e urgente retomar o dinamismo da economia global,  afirmou nesta quarta-feira (24) a presidenta Dilma Rousseff ao abrir a 69ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque.

Ela acrescentou que é imperioso também pôr fim ao descompasso entre a crescente importância dos países em desenvolvimento na economia mundial e sua insuficiente participação nos processos decisórios das instituições financeiras internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial (Bird). “É inaceitável a demora na ampliação do poder de voto dos países em desenvolvimento nessas instituições”, afirmou a presidenta.

E alertou que, com essa demora, estas instituições correm o risco de  perder  sua legitimidade e eficiência. Dilma conclamou ainda as nações a assumirem um compromisso em prol do comércio internacional, com um programa de trabalho para a conclusão da Rodada de Doha.

Ainda com relação ao comércio internacional, a presidenta Dilma disse que o Brasil abrigou, “com grande satisfação”, a VI Cúpula dos Brics. “Recebemos os líderes  da China, da India, da Rússia e da África do Sul num encontro fraterno, proveitoso que aponta para importantes perspectivas para o futuro. Assinamos os acordos de constituição do Novo Banco de Desenvolvimento e do Arranjo Contingente de Reservas”, lembrou.

Segundo ela, o banco atenderá às necessidades de financiamento de infraestrutura dos Brics e dos países em desenvolvimento. O Arranjo Contingente de Reservas protegerá os países de volatilidades financeiras. Cada instrumento terá um aporte de US$ 100 bilhões, disse a presidenta brasileira.

Fonte: Portal Brasil

 

 

 

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