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Economia e Emprego

Indústria supera previsões e cresce novamente 0,7% em agosto, diz IBGE

ESTÍMULOS À ECONOMIA

Avanço foi verificado em 14 dos 24 ramos da indústria, com destaque para bens intermediários, que tiveram alta de 1,1% em agosto
por Portal Brasil publicado: 02/10/2014 12h13 última modificação: 02/10/2014 12h13

A produção da indústria brasileira cresceu 0,7% em agosto, na comparação com o mês anterior, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o segundo avanço seguido, após cinco meses de queda. Em julho, a produção industrial também cresceu 0,7% ante junho.

O crescimento foi verificado em 14 dos 24 ramos da indústria e ficou acima das expectativas do mercado, que giravam em torno de uma alta de 0,1% em agosto. Um dos destaques foram os chamados bens intermediários, que tiveram alta de 1,1% em agosto, interrompendo quatro meses seguidos de taxas negativas.

De acordo com o IBGE, “o crescimento de 0,7% da atividade industrial na passagem de julho para agosto teve predomínio de índices positivos, alcançando 14 dos 24 ramos pesquisados, com destaque para o avanço de 2,4% registrado por indústrias extrativas, que apontou o sexto resultado positivo consecutivo, acumulando nesse período expansão de 7,3%”. 

Setores

Outras contribuições positivas importantes sobre o total da indústria vieram dos setores de máquinas e equipamentos (3,9%), de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (1,5%), de produtos alimentícios (1,1%), de produtos de borracha e material plástico (4,1%), de produtos do fumo (15,4%) e de produtos de metal (2,7%).

Por outro lado, entre os dez ramos que reduziram a produção nesse mês, os desempenhos de maior importância para a média global foram assinalados por bebidas (-6,1%), perfumaria, sabões, detergentes e produtos de limpeza (-4,2%), produtos farmacêuticos e farmoquímicos (-7,4%), veículos automotores, reboques e carrocerias (-1,5%) e outros equipamentos de transporte (-6,9%). 

“Vale ressaltar que, com exceção do primeiro setor, que mostrou taxa negativa pelo segundo mês seguido e acumulou perda de 8,6% nesse período, as demais atividades apontaram resultados positivos em julho último: 2,8%, 4,1%, 8,4% e 31,0%, respectivamente”, informa o IBGE. 

Fonte: Portal Brasil com informações do IBGE

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