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Economia e Emprego

Inflação medida pelo IGP-M tem menor alta em 12 meses desde 2010, diz FGV

ESTABILIDADE DA ECONOMIA

Indicador avançou 0,28% em outubro, contra 0,86% em 2013. Recuo foi puxado por itens como passagens aéreas, que saíram de uma alta de 12,49% para queda de -7,98%
por Portal Brasil publicado: 30/10/2014 11h04 última modificação: 30/10/2014 11h04

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), usado para reajustar a maioria dos contratos imobiliários, avançou apenas 0,28% em outubro, contra uma alta de 0,86% em igual mês de 2013. Com isso, o indicador acumula alta de 2,96% nos 12 meses até outubro, a menor taxa para esse período desde abril de 2010, quando ficou em 2,88%, informou nesta quinta-feira (30) a Fundação Getulio Vargas (FGV).

 

O IGP-M, chamado de inflação do aluguel, é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. A variação acumulada em 2014, de janeiro até outubro, é de 2,05%.

 

Três classes de despesas puxaram a queda no indicador. Educação, Leitura e Recreação caiu de 0,85% em setembro para 0,06% em outubro, principalmente por causa das passagens aéreas, que recuaram de uma alta de 12,49% para -7,98%.

O grupo Transportes recuou de 0,37% para 0,18, puxada pela queda do item gasolina (de 0,67% para 0,25%). E Despesas Diversas desacelerou de 0,22% para 0,16%, com destaque para clínica veterinária, com queda de 1,49% para 0,48%.

O grupo Habitação teve a mesma variação de setembro, de 0,47%. A principal alta nesse grupo veio do item taxa de água e esgoto residencial, que passou de -0,51% para 0,19%. Já a maior contribuição de baixa foi da tarifa de eletricidade residencial (queda de 1,44% para 0,67%).

O IGP-M é composto de três subíndices, o O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC).

As maiores influências de baixa para os preços ao consumidor vieram dos itens passagem aérea (de 12,49% para -7,98%), tarifa de ônibus urbano (de 0,00% para -0,36%), manga (de 14,24% para -14,46%), batata-inglesa (qu continuou caindo, embora menos, passando de -13,88% para -7,32%) e ovos (de -2,09% para -4,39%).

Já as maiores altas no IPC na passagem de setembro para outubro foram tomate (de -18,46% para 18,63%), refeições em bares e restaurantes (de 0,44% para 0,46%), aluguel residencial (de 0,63% para 0,68%), plano e seguro de saúde (de 0,72% para 0,71%) e tarifa de telefone móvel (de 0,14% para 1,21%).

Fonte: Portal Brasil com informações da Fundação Getúlio Vargas

 

 

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