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Economia e Emprego

Caixa Econômica é o terceiro maior banco do Brasil

Mercado bancário

Nos últimos 12 meses, banco conquistou 7 milhões de correntistas e poupadores. Hoje, sua base de clientes é de 77,2 milhões de pessoas
por Portal Brasil publicado: 17/11/2014 17h11 última modificação: 17/11/2014 17h11

No terceiro trimestre de 2014, a Caixa Econômica Federal ultrapassou a marca de R$ 1 trilhão em ativos financeiros, segundo balanço divulgado pelo Banco na última quinta-feira (13).

Desse modo, a Caixa assumiu a terceira posição, entre todos os bancos situados no Brasil, no ranking de ativos financeiros totais.

Nos últimos 12 meses, a participação da Caixa Econômica no mercado brasileiro triplicou; saltando de 6,5% para 19,6% em setembro. No período, o banco conquistou 7 milhões de correntistas e poupadores, ampliando a base de clientes para 77,2 milhões de pessoas.

Um dos principais fatores para o resultado, segundo a Caixa Econômica, é papel desempenhado pelo Banco na política anticíclica adotada pelo governo federal para enfrentar a crise global.

Segundo o vice-presidente de Finanças e Controladoria da Caixa, Márcio Percival, a fatia do banco deve fechar o ano em torno de 22% em 2014, dentro da meta de 20% a 24% divulgada pelo banco.

Cumprido o planejado, a partir de 2015, a tendência da velocidade de expansão de empréstimos é se aproximar do mercado com o objetivo de garantir um crescimento sustentável. Hoje, 63% da receita da Caixa vem de operações de crédito e o restante da tesouraria.

Carteira de crédito ampliada 

A carteira de crédito ampliada da Caixa encerrou setembro com saldo de R$ 576,4 milhões. Esse montante representa uma expansão anual de 24,4%. Percival projeta um crescimento .

De acordo com a Caixa, a atuação do banco ficou concentrada nos segmentos de infraestrutura, habitação e nos empréstimos com desconto em folha (consignado), além de ter avançado no financiamento de veículos.

"Os três primeiros são responsáveis por 80% do crescimento da carteira ampliada. Não estamos na contramão do mercado. O mercado é que vai ter que se adaptar a este novo momento", diz Percival.

Por exemplo, nos últimos 12 meses, a carteira de saneamento e infraestrutura cresceu 53%, chegando a R$ 51,3 bilhões. Entre janeiro e setembro, a Caixa contratou R$ 21 bilhões para projetos de saneamento e mobilidade urbana e ainda estima conceder mais R$ 15 bilhões no último trimestre do ano.

Também nos últimos 12 meses, o crédito imobiliário cresceu 26,1% e o consignado contratou R$ 21,4 bilhões até setembro (alta de 18%).

Índice de inadimplência

O índice de inadimplência, medido pelo saldo de operações vencidas há mais de 90 dias, caiu levemente para 2,73%, dentro da faixa estabelecida pela Caixa.

Além disso, o banco foi ao mercado captar recursos para manter o fôlego."Temos uma estrutura de capital bastante confortável. Não precisamos de nenhum aporte de capital do Tesouro", disse Percival.

Pelas regras do acordo de Basileia sobre capitais, toda instituição financeira brasileira deve manter em caixa ao menos R$ 11 para cada R$ 100 emprestados. A Caixa tinha R$ 15,3 no fim do terceiro trimestre e deve encerrar 2014 com um índice entre 14% e 16%.

Carteira habitacional

A carteira de crédito habitacional da Caixa Econômica Federal deve fechar 2014 com saldo de operações de R$ 336 bilhões, informou o vice-presidente de Habitação da Caixa, José Urbano Duarte.

“Começamos o ano com estoque de financiamentos de R$ 270 bilhões; agora (até setembro) estamos com R$ 320,6 bilhões, que correspondem a 55,6% do total da carteira de crédito do banco”, atesta o gestor.

Duarte explica que o crescimento mensal planejado para as operações da carteira habitacional, da ordem de R$ 5 bilhões, vem se mantendo nos últimos três anos.

Até setembro de 2014, foram contratados R$ 94,2 bilhões. Os recursos Caixa/SBPE foram responsáveis por R$ 54 bilhões. O resultado representa uma alta de 17,7% se comparado ao mesmo período de 2013. As operações que utilizam recursos do FGTS totalizaram R$ 29,4 bilhões no período e as com outros recursos, R$ 10,8 bilhões.

Somente no Minha Casa Minha Vida, foram contratados R$ 25,8 bilhões de janeiro a setembro, no total de 321,6 mil unidades habitacionais. Desse valor, 34,7% foram contratos enquadrados na Faixa 1 do Programa, que atende aos beneficiários com renda de até R$ 1,6 mil.

Fonte:
Agência Caixa de Notícias

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