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Economia e Emprego

Empreendedores do InovAtiva conquistam investidores e parcerias

Segunda edição

Vinte mais bem colocados foram convidados pelo Senai Nacional para o Grand Prix Senai de Inovação
por Portal Brasil publicado: 26/11/2014 17h55 última modificação: 26/11/2014 17h55

Depois de seis meses de capacitação online e eventos presenciais, o InovAtiva Brasil 2014, programa de capacitação e conexão para startups coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), chega ao final com uma boa notícia aos vinte empreendedores mais bem colocados: eles foram convidados pelo Senai Nacional para o Grand Prix Senai de Inovação, que acontece de 1º a 4 de dezembro em São Paulo. 

No evento, participarão de rodadas de negócios com grandes empresas e poderão interagir com pesquisadores dos laboratórios e institutos de inovação da entidade.

O anúncio aconteceu ao término da terceira fase do programa durante a Conferência Nacional da Anjos do Brasil. No evento, 72 empreendedores finalistas apresentaram seus negócios a bancas formadas por investidores-anjo, gerentes de fundos de investimento e executivos de grandes empresas como Natura, Braskem, Embraer, Oracle e CI&T.

"É importante destacar que muitas empresas já saíram da terceira fase com parcerias e aportes financeiros em negociação. As conexões e mentorias oferecidas são as melhores do mercado, e esse é um dos pontos mais destacados por todos os participantes", frisa Nelson Fujimoto, secretário de Inovação do MDIC.

Para Diogo Fernandes, da SmartI9, empresa de Juiz de Fora que desenvolve soluções para os setores de energia e telecomunicações, os contatos com empresas e investidores, além da flexibilidade de horários da capacitação e mentoria oferecidos, foram os diferenciais de todo o programa.

"É incrível ter a oportunidade de conhecer, interagir e aprender com profissionais de sucesso. Nos inscrevemos com a determinação de chegar à etapa final, mas surpreendentemente saímos de lá preparados para colocar nosso projeto de pé. Já temos boas propostas de negócios e crescimento. Isso não tem preço que pague", comemora o empreendedor, que tem dois sócios e 14 colaboradores.

Todos os setores
Marcos Vinícius de Souza, Diretor de Fomento à Inovação do Mdic, ressalta outra vantagem do InovAtiva: trabalhar com empresa de todos os setores, não somente com startups de Tecnologia da Informação.

"Temos diversos participantes das áreas de saúde, agronegócio, meio ambiente, automação industrial e até empresas de setores específicos como nanotecnologia e veículos aéreos não tripulados, os drones. O projeto melhor avaliado por nossa banca desenvolveu um novo composto químico que aumenta consideravelmente a eficiência de painéis de energia solar", enumera Souza, destacando que há oportunidade para qualquer empresa inovadora.

Sobre o InovAtiva
A segunda edição do Programa InovAtiva Brasil, lançada em maio deste ano, foi composta por três fases em que quase sete mil empreendedores de todo o Brasil tiveram acesso gratuito à capacitação baseada em vídeos e textos de empresários, consultores e especialistas. Foram 703 os selecionados na primeira fase, e 128 para a segunda.

Todos os 128 receberam mentorias individuais com empresários e executivos e também participaram de eventos presenciais de treinamento em cinco capitais brasileiras. Na terceira fase, 75 empresas selecionadas tiveram mais capacitação, treinamento presencial e 69 delas se apresentaram nas bancas desta semana.

Primeira edição
Em 2013, a edição piloto do InovAtiva Brasil teve cerca de 3,5 mil empreendedores inscritos de 350 municípios e 24 estados. Foram 1.635 projetos submetidos na primeira fase, 50 selecionados para a segunda etapa e 20 para a terceira. Duas mil pessoas participaram ainda dos eventos de divulgação e o site oficial do programa recebeu 210 mil visitas.

Entre os projetos inscritos para a primeira edição do InovAtiva, o setor com maior representatividade foi o de internet e software (43% do total), seguido pelo de varejo e serviços (21%), ambiental (4%), indústria de transformação (3%), biotecnologia e fármacos (2%) e eletrônicos (2%).

Fontes:
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior 
Portal Brasil

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