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Economia e Emprego

Inflação oficial desacelera para 0,42% em outubro, informa IBGE

VARIAÇÃO DE PREÇOS

Queda foi puxada pelo alívio nos preços dos alimentos, bebidas e transportes, que representam 43,23% das despesas das famílias
por Portal Brasil publicado: 07/11/2014 11h43 última modificação: 07/11/2014 11h47

A inflação oficial do País, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), recuou de 0,57% em setembro para 0,42% em outubro, de acordo com dados publicados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (IBGE). Em igual mês do ano passado, o avanço era maior, de 0,57%. 

Em 12 meses, o indicador acumula alta de 6,59%, abaixo dos 6,75% no mês anterior, mas ainda acima do teto da meta de inflação do Banco Central, de 6,5%. A taxa, nessa apuração, é a maior para o mês de outubro desde 2011. No ano, de janeiro a outubro, o IPCA tem alta de 5,05%.

A queda foi puxa por uma alta menor nos grupos alimentação e bebidas e transportes, que representam 43,23% das despesas das famílias. Com esse resultado de setembro, o indicador acumula alta de 5,05% em 2014. Em igual período do ano passado, tinha subido 4,38%. 

Muitos produtos perderam força de um mês para o outro, especialmente as carnes, que passaram de 3,17% para 1,46%. “Mesmo assim, o item carnes, com 0, 04 ponto percentual, permaneceu com o status de principal impacto adquirido no mês passado”, afirmou o IBGE. 

Entre as altas, o tomate passou de -9,42% em setembro para 12,37% em outubro, por ter voltado a subir, se destaca no grupo Alimentação e Bebidas (de 0,78% para 0,46%). Considerando os últimos 12 meses, o índice foi para 6,59%, abaixo dos 6,75% relativos aos 12 meses imediatamente anteriores. Em outubro de 2013, a taxa havia sido 0,57%. 

Passagem aérea tem forte recuo 

No grupo dos Transportes (de 0,63% em setembro para 0,39% em outubro), foi o item passagem aérea que mostrou forte recuo, indo para 1,94% após a alta de 17,85% de setembro. Além deste, outros itens recuaram, a exemplo do conserto de automóvel (de 1,35% para 0,92%) e do automóvel novo (de 0,76% para 0,61%). 

Por outro lado, tanto a gasolina quanto o etanol foram para 0,18%, enquanto haviam registrado queda de, respectivamente, 0,07% e 0,01% em setembro.

Junto com Alimentos e Transportes outros cinco dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados reduziram suas taxas. No caso de Habitação (de 0,77% em setembro para 0,68% em outubro), ainda que tenha desacelerado, ficou com o maior resultado de grupo. 

Os destaques foram a energia elétrica (de 1,37% para 1,20%), aluguel (de 0,57% para 0,61%) e mão de obra para pequenos reparos (de 1,04% para 0,82%). A propósito da mão de obra, o resultado de 0,82% sobressai tendo em vista que as informações de rendimentos da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) das regiões metropolitanas de Porto Alegre e Salvador não estiveram disponíveis para cálculo dos índices de julho, agosto e setembro, o que levou à adaptação da metodologia.                                                      

A publicação completa da pesquisa pode ser acessada na página

 http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/precos/inpc_ipca/defaultinpc.shtm. 

Fonte: Portal Brasil com informações do IBGE

 

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