Economia e Emprego
Mercado eleva previsão de crescimento da economia brasileira em 2014, revela pesquisa BC
BOLETIM FOCUS
Os economistas e investidores do mercado financeiro, consultados semanalmente pelo Banco Central, elevaram a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano de 0, 20% para 0, 21%. Para 2015, a previsão foi mantida em 0, 80%, de acordo com o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (17). O PIB representa a soma de todos os bens e serviços produzidos no País.
Ao mesmo tempo, a projeção para a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, se manteve em 11,50% para 2014 e 12% para 2015, indicando que o mercado mantém a aposta de uma alta de 0,50 ponto percentual na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) em 2014, que será realizada no início de dezembro.
E prevê nova alta de 0,50 ponto em 2015, fechando o próximo ano em 12% ao ano. No final de outubro, o Copom elevou a Selic de 11% para 11,25% ao ano.
A projeção para a entrada de investimentos estrangeiros diretos (IED) neste ano no Brasil também se manteve em US$ 60 bilhões. Para 2015, a estimativa dos analistas para o aporte foi ajustada de US$ 58,5 bilhões para US$ 58 bilhões.
Já a previsão do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2014 subiu de R$ 2,50 para R$ 2,53 por dólar. E para 2015, subiu de R$ 2,60 para R$ 2,61 por dólar. Com isso, a previsão para a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA/IBGE), avançou para 6,40%, ante 6,39% na semana anterior. A estimativa para 2015 também é de 6,40%. Em 12 meses, a projeção foi ajustada de 6, 42% para 6, 44%.
A projeção para o superávit da balança comercial (exportações menos as importações) em 2014 variou de US$ 1 bilhão para US$ 400 milhões. Para 2015, a previsão de superávit comercial recuou de US$ 7 bilhões para US$ 6, 5 bilhões.
Quanto à produção industrial, o mercado agora aposta em um recuo de 2, 30% neste ano e aumento de 1,31% no ano que vem. Antes, as previsões eram de queda de 2, 21% e alta de 1,46%, respectivamente.
Fonte: Portal Brasil com informações do Banco Central
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