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Economia e Emprego

Vendas do comércio crescem 0,40% em setembro, diz IBGE

MERCADO INTERNO

Crescimento no varejo ocorreu em 5 das 10 atividades pesquisadas, puxado pela alta 1,8% para móveis e eletrodomésticos e 1,2% em outros artigos de uso pessoal
por Portal Brasil publicado: 14/11/2014 11h14 última modificação: 14/11/2014 11h19

As vendas do comércio varejista brasileiro cresceram 0,4% em setembro, na comparação com o mês anterior, segundo dados Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta sexta-feira (14). No ano, de janeiro a setembro, o varejo acumula alta de 2,6% e, em 12 meses, de 3,4%. Na comparação com agosto do ano passado, o comércio mostrou alta de 0,5%, primeiro avanço após duas quedas seguidas.

 

Também na comparação com agosto, a receita nominal cresceu 0,7%. Tanto na série de volume quanto na de receita nominal os resultados são positivos pelo segundo mês consecutivo, depois de dois meses negativos.

 

Quanto à média móvel, o volume de vendas obteve variação de 0,2%, revertendo um quadro negativo de seis meses, enquanto a receita apresentou aumento de 0,5%, mantendo o resultado positivo dos meses anteriores.

 

Nas demais comparações, obtidas das séries originais (sem ajuste), o varejo registrou, em termos de volume de vendas, acréscimos de 0,5% sobre setembro do ano anterior, sendo o primeiro resultado positivo depois de dois meses de queda, e taxas de 2,6% e 3,4% nos acumulados dos nove primeiros meses do ano e dos últimos 12 meses, respectivamente.

 

Para os mesmos indicadores, a receita nominal de vendas apresentou taxas de variação de 6,9%, 9,0% e de 9,8%, respectivamente.

 

Crescimento também para veículos e motos

 

Já o varejo ampliado, que inclui também as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, voltou a registrar variação positiva de 0,5% no volume de vendas na comparação com agosto, ajustado sazonalmente, depois de um mês de queda

 

Em relação à receita nominal, a taxa manteve-se positiva, com variação de 0,8%. Em relação ao mesmo mês do ano anterior, o varejo ampliado registrou variação de -1,2% para o volume de vendas e de 4,5% na receita nominal de vendas. No que tange às taxas acumuladas, os resultados foram de -1,4% no ano e de -0,1% nos últimos 12 meses, para o volume de vendas, e de 4,2% e 5,6% para a receita nominal, respectivamente.

 

Varejo cresce em cinco das dez atividades pesquisadas

 

Para o volume de vendas com ajuste sazonal, cinco das dez atividades pesquisadas apresentaram variações positivas. Em ordem de magnitude das taxas, os resultados foram: 1,8% para móveis e eletrodomésticos; 1,2% em outros artigos de uso pessoal e domésticos; 0,7% para combustíveis e lubrificantes; 0,5% para material de construção; 0,4% em artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos; -0,3% para hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo; -0,6% em veículos, motos, partes e peças; -2,1% para equipamentos e material para escritório, informática e comunicação; -2,2% para livros, jornais, revistas e papelaria; e -3,0% em tecidos, vestuário e calçados.

Em relação a igual mês do ano anterior (série sem ajuste), para o volume de vendas, cinco das oito atividades registraram variações positivas, sendo, por ordem de contribuição positiva no resultado global, as seguintes: artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, com 10,3%; outros artigos de uso pessoal e doméstico (5,8%); combustíveis e lubrificantes (2,8%); tecidos, vestuário e calçados (0,2%); e móveis e eletrodomésticos (0,1%).

As atividades cujas taxas exerceram os maiores impactos negativos na composição global foram hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com -2,0%; livros, jornais, revistas e papelaria (-10,6%); e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-3,3%).

A publicação completa da pesquisa pode ser acessada na página

www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/comercio/pmc/

 

Fonte: Portal Brasil com informações do IBGE

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