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Economia e Emprego

Confiança da indústria sobe 1,9% em janeiro, aponta FGV

Cenário econômico

Visão dos empresários sobre presente e futuro melhorou em relação a dezembro. Nível de Utilização da Capacidade Instalada subiu de 81,3% para 82,0% em janeiro
por Portal Brasil publicado: 28/01/2015 19h56 última modificação: 29/01/2015 08h10

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) avançou 1,9% entre dezembro de 2014 e janeiro de 2015, após recuar 1,5% no mês anterior na mesma base de comparação. Com isso, o índice passou de 84,3 para 85,9 pontos, o maior desde junho passado (87,2 pontos), informou nesta quarta-feira (28) a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Já o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) aumentou 0,7 ponto percentual (p.p.) entre dezembro e janeiro, ao passar de 81,3% para 82,0%.

O avanço mensal do ICI em janeiro se deve tanto à melhora das avaliações dos empresários em relação ao momento presente quanto às expectativas futuras, informou a entidade, que detalhou a evolução nos subíndices do indicador. “Após recuar em dezembro, o Índice da Situação Atual (ISA) avançou 2,1%, para 85,8 pontos. O Índice de Expectativas (IE) registrou alta de 1,8%, para 86,1 pontos, o maior desde maio passado (89,2 pontos)”, informou.

Para Aloisio Campelo Júnior, superintendente adjunto para Ciclos Econômicos da FGV, embora ainda baixo, o ICI consolida-se em patamar superior ao de setembro, que foi o pior momento do ano passado.

Grau de satisfação com o nível de demanda

O indicador que mede o grau de satisfação com o nível de demanda exerceu a maior influência na alta do ISA em janeiro. O indicador avançou 7,3% entre dezembro e janeiro, ao passar de 76,5 para 82,1 pontos.

A proporção de empresas avaliando o nível de demanda como normal atingiu 67,9%, o maior nível desde setembro (69,1%). A parcela das que o consideram forte diminuiu de 7,6% para 7,1%, e a de empresas que o avaliam como fraco diminuiu em maior magnitude, de 31,1% para 25,0%.

O indicador de produção prevista exerceu a maior contribuição para a alta do IE, ao avançar 8,9% sobre o mês anterior, para 119,1 pontos, o maior nível desde março do ano passado (119,5 pontos).

A proporção de empresas que prevêem aumentar a produção nos três meses seguintes permaneceu em 32,4%; já a parcela das que esperam reduzir a produção diminuiu de 23,0% para 13,3%.

Fonte:
Portal Brasil com informações da Fundação Getúlio Vargas

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